Mostrando postagens com marcador sadomasoquismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sadomasoquismo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de julho de 2017

spanking e dominação pesada em um marido corno manso e submisso em castidade masculina controlada

Eu sou a Paula, uma mulher dominadora que gosta de homens submissos. Acredito na supremacia feminina e gosto de sexualmente dominar os homens. As vezes sou também  um pouco sádica, gosto de ver o homem sentindo dor, sendo dominado por mim. Sou casada em um relacionamento liberal e muito especial. Meu marido submisso e masoquista vive em regime de castidade controlada. Ele raramente tem orgasmos, quase nunca me penetra. Mas eu tenho orgasmos sempre. Ele me chupa, me masturba, me adora. E além disso eu tenho outros homens que me comem na frente do meu marido. Adoro transar com outros na frente dele. De vez em quando eu dou um orgasmo frustrado, um orgasmo arruinado para meu marido. Um orgasmo sem prazer. Outras vezes eu faço tease and denial, o jogo de excitar e negar. E também faço muita ordenha prostática nele, para que ele ejacule sem ter prazer e orgasmo.

E tem uma coisa que eu adoro, que é ver os homens que me comem, comendo meu marido também. O Rob nunca foi bissexual e nem gostava de ser penetrado. Mas, em nosso casamento, eu adoro praticar inversão de papéis, ser uma mulher ativa, que gosta de comer um homem passivo. E o passo seguinte a isso foi começar a obrigar meu marido a dar para homens. Ele ja deu para vários namorados comedores meus e também para travestis super ativas. 

No dia dos namorados, eu dei de presente para meu marido o pau do meu namorado atual. Fiquei louca de ver o Luca metendo aquele pau delicioso na bunda do Rob. Depois que o meu namorado comeu meu marido eu mandei meu marido dormir na sala e trepei com meu namorado e dormi abraçadinha com ele. Esse relato verdadeiro está no capitulo anterior aqui do blog.

Acordamos no dia seguinte do dia dos namorados, chamei meu marido para chupar minha buceta esporrada por outro homem e, quando meu namorado foi embora, foi hora de uma conversa séria com meu marido.

Olhei para ele, séria e brava, e disse: "ontem te dei de dia dos namorados o mais supremo dos prazeres: deixei que você sentisse o mesmo pau que me come. Mas você foi relapso, não me deu nada de presente. Isso é inadmissível. Você sabe que gosto de ganhar jóias e roupas caras e você simplesmente não me deu nada. Eu não gosto de marido relapso, de marido desligado. Você merece ser punido e vai ser punido. Eu poderia simplesmente fazer hoje uma sessão de spanking e dominação  em você. Isso faria passar mina raiva, mas você precisa aprender a não errar mais como errou, então em vez de eu mesma te punir, vou te deixar em mãos especializadas. Vou te levar para o dungeon da Rainha Flavia e vou pedir que ela te puna, te domine e te ensine a ser um marido melhor. Eu conheço a Rainha Flavia, dominadora especializada, do meu grupo de sexo e fantasias."

Meu marido murmurou um pedido de desculpas, disse que não precisava daquilo, que ele ia comprar vários presentes para mim e eu disse: "é bom mesmo que compre. Quero aquele anel da Tiffanys que já te mostrei. Mas isso não muda nada. Você vai ser torturado e castigado pela dominadora.

Conversei com a Flavia e disse que levaria o Job lá na quinta-feira seguinte. E fiquei contando os dias para ver meu marido ser espancado, dominado, surrado e humilhado.

O Rob, vocês leitores jia sabem, vive em regime de castidade masculina controlada, sem orgasmos e usando cinto de castidade. E ele é um corno manso, cuckold, que me deixa transar com outros homens. Na sexta eu tirei o cinto de castidade dele, mandei ele se vestir e colocar calcinha fio dental por baixo e fomos encontrar a Rainha dominadora. A casa onde ela mora tem um quarto transformado num estúdio de dominação. Tem um trono em um lado, uma cruz de santo andré na parede do outro, ganchos, troncos para prender o escravo, uma mesa para bondage e vários outros moveis e utensílios para prender, amarar, chicotear e dominar o escravo. Em outra parede uma coleção de chicotes, chibatas, cannes e em um armário de vidro, maquinas de choque, consolos, especulou, prendedores e muito mais. A Rainha dominadora já estava pronta quando chegamos.  Usava saltos altíssimos e um corselet de vinil que marcava bem seu corpo. Era uma mulher linda, dominadora , ativa e poderosa, que dominava os homens submissos. Quando ela abriu a porta já deu logo dois tapas na cara do Rob e disse: "veio aprender a se comportar melhor com sua esposa né?" e mandou ele se ajoelhar. Ai ela me abraçou gostoso e me deu um delicioso beijo na boca. Sentir a boca macia de outra mulher me beijando com tesão sempre me excita muito.

Fomos para o estudio de dominação, já pronto, com velas acesas e iluminação planejada e ela mandou o meu marido ficar nu. Eu avisei a ela que ele já estava sem o cinto de castidade e que ela podia fazer o que quisesse com ele. Também tirei minha roupa, fiquei nua e me exibi para meu marido, dizendo: "olha que corpo gostoso  e lindo que sua esposa tem. Olha como eu sou gostosa. Mas não é para seu bico! Você só pode olhar e saber que outros homens me dão muito prazer e que eu dou prazer a eles."

O Rob estava nu, e a Rainha Flavia mandou ele ficar de pé, de pernas abertas, bem no meio da sala. Pegou o rosto dele e apertou com força, olhando bem nos olhos dele e dizendo: "você está aqui para aprender como se trata uma mulher. Você é um bosta de um homem submisso que só serve para nós mulheres dominadoras e poderosas usarmos da forma que quisermos. E deu uma série de tapas bem fortes no rosto dele. Eu ouvia os barulhos dos tapas e os gemidos dele e ia ficando cada vez mais excitada.

Ai a Flavia desceu as maos com unhas longas arranhando o peito dele e chegou no pau e no saco dele. Pegou o saco, de leve. Ele gemeu de prazer, mas ai ela apertou, com muita força. Ele gritou de dor e ela apertou com mais força ainda, dizendo: "teu pau não serve para nada, você não come sua esposa e nem nenhuma mulher. Eu posso torturar suas bolas, seu saco e seu pau o quanto eu quiser. E hoje estou com bastante vontade de tortura genital, uma deliciosa CBT - Cock and balls torture. Adoro quando tenho um escravo cujas bolas e o pau não servem ora nada".

Ela soltou as bolas do meu marido, que respirou aliviado. Pegou algumas cordas finas e começou a amarrar o pau e as bolas dele, de um jeito cheio de técnica e depois prendeu o meu marido na cruz de santo andré, com a cara na parede e a bunda para ser espancada. Ai ela disse: vou começar boazinha: 35 chibatadas com o chicote de couro grosso. Você conta e agradece a cada uma das chicotadas. E começou uma sessão de spanking, marcando a bunda do meu marido, que contava cada uma das chibatadas e agradecia por elas. Meu tesão ja estava nas alturas. Eu estava ensopada e me masturbava de leve e devagarzinho.

Terminadas as chicotadas, ela soltou ele e amarrou ele de frente. Pegou algumas garrinhas serrilhadas e bem fortes e colocou bem na pontinha de cada um dos mamilos dele. Ele suava, arfava, gritava de dor e ela apertava cada vez mais a garrinhas. Ficava mexendo nelas fazendo elas machucarem ainda mais os mamilos dele. E depois pegou alguns pesos de chumbo e pendurou em cada uma das garrinhas.

Soltou o pau dele das cordas e pegou um outro tipo de presilhas, que prendeu em cada uma das bolas, apertando forte. E depois pendurou vários pesos em cada uma das bolas, que ficaram roxas e esticadas. Ai a Flavia deixou ele ja naquela situação todo preso e dolorido e veio me beijar. Foi im beijo intenso, cheio de tesão. Nossas bocas se abriram, nossas línguas se encontraram, nossos corpos se tocaram e a Rainha me tocou na buceta depilada e ensopada. Abriu meus lábios com os dedos, enfiou um dedo la dentro e me tocou nos pontos mais sensíveis. Depois veio para meu grelo, que estava enorme, duro, excitado. E me masturbou um pouco, mas disse que não era hora de gozar ainda. E ai pegou o dedo que tinha acabado de enfiar em mim, passou no nariz do meu marido, dizendo para ele sentir o cheiro e depois enfiou o dedo na boca dele, mandando ele sentir o gosto.

Soltou ele da cruz, tirou os prendedores e colocou ele de bruços sobre um tronco, com a bunda empinada e aberta. Amarrou as mãos dele na frente, as pernas dele abertas. Ele ficou totalmente exposto, vulnerável. Acariciou a bunda dele, pegou uma varinha, cane, e começou uma sessão de spanking, caning. A varinha descia forte na bunda ele e deixava marcas vermelhas que logo foram ficando mais arroxeadas. E a Rainha batia sem dó. O caning dói muito e marca muito a pele. É uma forma de severa punição corporal.

Terminado o spanking, ela acariciou o cu e o saco dele e disse: "eu gosto de cu arrombado. Sou uma rainha dominadora e muito ativa e gosto que meus escravos passivos tenham o cu muito arrombado. Lubrificou o cu do meu marido e pegou um especulo ginecológico grande e dizendo que ia abrir bem o cu dele, para arregaçar as regras. Enfiou o especulo e abriu ao máximo. Meu marido gritava e gemia, preso de bunda aberta e para cima. Tirou o especulo e pegou um pau enorme, grosso, cabeçudo, gigante. E disse: "vou enfiar o pau, de uma vez só e não vou aliviar pra você". Encostou aquela cabeça enorme do pau, forçou a entrada. O cu do Rob se abriu e vi a cabeça sumindo á dentro. E em seguida ela forçou, até entrar inteiro. Meu marido suava, gritava e gemia e quanto mais ele pedia para ela ir devagar mais forte ela ia. Eu não me aguentava mais de tesão e nessa hora já me masturbava com ritmo e velocidade, até que veio meu primeiro orgasmo. Veio fortíssimo. Fiquei toda sensível, mas não parei de me acariciar de leve. Queria manter o tesão, para gozar outras vezes. Ela tirou aquele pau gigante da bunda dele. O cu dele sangrava muito, estava enorme, aberto. Ai ela disse: "acho que suas pregas já foram todas. Agora você está do jeito que eu gosto. Um homem passivo arrombado de verdade. Vou conferir com meu braço." Fechou a mão, encostou na bunda dele e disse: "eu gosto de fisting, mas gosto de enfiar a mão fechada. Enfiar dedo por dedo ate entrar a mão é fácil. Em você quero enfiar a mão já fechada". O cu dele estava enorme, dilatado, arrombado. Ela encostou a mão fechada e mandou ele abrir o cu, dizendo: "eu vou enfiar de qualquer forma, então é melhor você relaxar". E eu logo vi a mão dela sumindo no cu dele, em um tremendo fisting violento. E ela meteu até a metade do antebraço e ficava enfiando e tirando, até que se deu por satisfeita, dizendo ele ele ja estava suficientemente arrombado. Eu estava louca de tesão de ver meu marido corno e casto tão submisso, sendo dominado com força e violência. Me masturbava de novo como uma louca.

Ela soltou ele e disse: agora é hora de torturar seu pau e suas bolas. A hora de CBT cock and balls torture, a hora da tortura genital que eu adoro, ainda mais com paus e bolas que não são usados. Algemou o meu marido com as mãos para trás e nos pés com uns ferros que obrigavam ele a manter as pernas abertas. Deu um passo para trás e deu um forte chute no saco dele, com tudo. Ele tremeu de dor e gritou. E logo em seguida deu mais um chute no saco dele. E depois outro. E outro. E outro. Foram 13 chutes em uma única sequencia, sem parar. Todos fortes, direto no saco. As bolas dele estava roxas, violentamente torturadas.

Ele tremia de dor, suava frio. Eu estava louca de tesão de ver meu marido todo marcado, espancado, violentado, torturado. Ela deitou ele na cama de bondage, que tinha as pernas abertas, deixando o saco e o pau acessíveis por todos os lados. Amarrou ele todo e pegou a maquina de choques. Colocou os eletrodos no saco e no pau dele e começou a dar os choques, alternando correntes e intensidades mais fortes e mais leves. Meu marido tremia todo, mas estava fortemente amarrado. Passados os choques ela disse: "para terminarmos, vou brincar com as agulhas que tanto adoro". Pegou varias agulhas de injeção e enfiou na cabeça do pau dele e no saco. Eu fiquei louca de tesão e gozei de novo, me masturbando. Depois de tirar as agulhas, ela pegou uma vela e derramou a cera quente sobre a cabeça do pau e o saco dele.

Ai ela largou ele amarrado, e veio para perto de mim. Disse: "Paulinha, teu marido a partir de agora vai ser melhor ainda. Adorei ele. Super submisso e obediente. E bem masoquista também, com bastante tolerância a dor. Adorei seu corno manso. Amei seu marido cuckold." Ai ela tirou a roupa, exibindo o corpo perfeito dela, com seios lindos, marquinha de fio dental e uma xoxota carnuda, com lábios enormes e lindos. Nos beijamos, nos tocamos, nos acariciamos. Estávamos as duas loucas de tesão. Eu acariciei a buceta dela enquanto ela acariciava a minha. Nos masturbamos e depois viramos num 69, como cada uma chupando a xoxota da outra. É uma delicia mulher transando com mulher. Gozamos as duas bem forte e gostoso. Curtimos demais. Ela soltou meu marido do bondage, mandou ele tomar banho. A pele dele estava aberta, dilacerada pelo chicote. A carne fortemente marcada pelas chibatadas. O cu aberto. O pau e o saco destruídos de tanta tortura genital. As pernas dele estavam moles, ele mal conseguia andar.

Chegamos em casa e eu disse que tinha adorado a experiência e agradeci a ele. Disse que ele era meu marido perfeito e que eu amava muito ele. E ele respondeu: "eu te amo muito, minha esposa perfeita". Não dava para eu por o cinto de castidade dele, porque ele estava muito machucado. Então algemei as mãos dele para ele não poder se tocar e dormimos.

No dia seguinte as marcas estavam ainda mais fortes, roxas. O saco inchado, cabeça do pau gigante. O cu dilacerado. Mas estávamos os dois felizes, plenos no casamento depois de spanking e dominação pesada em um marido corno manso e submisso em castidade masculina controlada

E ai eu disse: "amor, tenho mais uma surpresinha para você. Lembra daquele casalzinho gostoso que eu transei em Campos do Jordão? Eles me convidaram para passar o fim de semana na casa deles. E eu quero ir para transar com eles dois. Mas não quero que você vá. Fica aqui em São Paulo e aproveita para me comprar vários presentes".

Ele tomou banho, eu prendei ele no cinto de castidade, afinal ele é um corno manso que vive em castidade masculina controlada. E disse para ele que eu viajaria a noite com o casal de novinhos e que ia trepar muito com eles.

Quer conversar comigo? paulasicam@gmail.com (mas seja inteligente para que eu me interesse por você). Quer falar com o corno manso do meu marido que vive em castidade controlada? robaleixo@gmail.com 

Aproveitando, vou deixar aqui alguns links de posts importantes principalmente para as mulheres e casais que sempre me pedem dicas e informações sobre um casamento perfeito. Quem ainda não leu, aqui tem alguns, mas basta procurar aqui no blog que tem muitos posts importantes e esclarecedores :

Tem meu manual de sexo anal, para dar sem dor e com prazer que está publicado neste link aqui http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2018/02/manual-de-sexo-anal-como-fazer-sexo.html

Tem tambem meu guia para o melhor sexo oral e inversão de papéis em http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2018/02/dicas-de-como-fazer-o-melhor-sexo-oral.html

Tem explicações sobre os benefícios da castidade masculina e sobre o péssimo habito da masturbaçao masculina http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2018/04/a-castidade-masculina-masturbacao.html

Tem também um post ensinando a fazer a necessária ordenha prostática http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2017/05/ordenha-prostatica.html

Você ja se perguntou "meu marido se masturba, e agora?"Pois é, os maridos se masturbam e isso é péssimo para o casamento. Mas o meu marido não se masturba. E se você quiser que o seu marido ou namorado para de se masturbar, a solução está aqui neste post http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2016/10/meu-marido-se-masturba.html

Sobre a indesejável masturbaçao masculina também tem este post aqui sobre a castidade masculina e a importante contenção da masturbaçao e do orgasmo masculino http://submissocornoecontrolado.blogspot.com/2017/08/os-beneficios-da-castidade-masculina.html


terça-feira, 6 de junho de 2017

a esposa dominadora e ativa come o marido submisso e passivo - inversão de papéis bem gostosa com o marido em castidade controlada

Eu sou uma mulher naturalmente dominadora e meu marido é um submisso, que gosta de apanhar, de me ver trepando com outros e que deixa eu fazer tudo o que eu quiser com ele. E é assim que eu gosto. Misturo sadomasoquismo, com castidade masculina, com cuckold, com bissexualismo e tudo mais que envolva um casal liberal, de mente aberta e com uma mulher que gosta de todos os tipos de prazer sexual. Meu marido vive em regime de castidade masculina controlada e é submisso e masoquista e eu sádica e dominadora

Contei no ultimo capitulo que fui a uma boate de prostituição e fui puta por um dia. Apesar e meu jeito dominador eu sempre vontade de ser puta. Muitas mulheres tem a fantasia de ser puta e eu realizei a minha, como realizo todas. Chegando em casa eu reassumi meu papel de mulher dominadora. Sou mesmo uma esposa dominadora com o marido submisso. Fiz uma deliciosa sessão de spanking. Chicoteei meu marido até sangrar, deixando ele super marcado, do jeito que eu gosto. E depois terminei com uma sessão de chuva dourada na boca dele, fazendo ele engolir meu xixi.

Acordamos no dia seguinte e quando ele se levantou, preso no cinto de castidade, claro, eu vi a bunda dele toda roxa, com as marcas fortes das chibatadas. Aquilo me excitou demais. Adoro ver um homem marcado depois de uma sessão de spanking. Adoro ver as marcas do chicote na pele do escravo submisso. Ele tomou banho e foi trabalhar.  Mas a imagem da pele dele dilacerada pelo couro da chibata não me saia da cabeça e eu ia ficando cada vez mais excitada. Falei com meu marido pelo WhatsApp e disse que estava louca de tesão e mandei ele ir para o banheiro do escritório e fazer uma foto da bunda dele toda marcada pelo chicote. Ele fez, claro. Quando recebi a foto dele com as marcas roxas do chicote meu tesão aumentou mais ainda. E eu resolvi que ia fazer uma brincadeira gostosa a noite, do jeito que eu gosto. Mandei meu marido chegar do trabalho pontualmente as 19:30.

Quando ele chegou eu já estava pronta. Usava apenas uma bota até acima dos joelhos, de salto bem alto, uma calcinha azul marinho de renda transparente e bem fio dental e uma jaqueta de couro curtinha, sem nada por baixo e aberta. Dei um beijo gostoso no meu marido, abracei ele e disse que eu estava louca de tesão. Tirei a roupa dele, acariciei o saco e apertei pelo cinto de castidade. Peguei sensualmente a chave e disse: "vou te soltar um pouquinho. Vai tomar banho solto. Mas nem pensei em se tocar, nem em se masturbar, você sabe". Sei que tem muitos maridos que se masturbam, recebo sempre mensagens de mulheres casadas dizendo "meu marido se masturba. O que eu devo fazer?". Já escrevi sobre um caminho para isso aqui no blog. O seu marido se masturba, mas o meu marido não se masturba. O meu marido anda na linha e o foco dele é totalmente no meu prazer".

O Rob saiu do banho e eu acariciei a cabeça do pau e depois o saco dele e de surpresa apertei com força o saco, do jeito que eu gosto. Desci até o cu, acariciei a entrada do rabo dele, voltei até a cabeça do pau, que a esta altura já estava explodindo de duro, aproveitando que estava fora do cinto de castidade. Perguntei para meu marido: "você quer gozar, amor?". Ele gemeu e disse: "quero muito!". Dei vários tapas bem fortes na cara dele e disse: "resposta errada! Você sabe que só goza se eu quiser e quando eu quiser. Responde certo agora.". E meu marido submisso e obediente disse: "só se você quiser, amor".  Ai eu gargalhei e disse: "e eu não quero que você goze! Vai lá na cozinha e pega gelo, para amolecermos esse pau". Ele voltou com o gelo num saco plastico, embrulhamos em uma camiseta e fiz o pau amolecer. E ai eu disse: "tem mais uma surpresinha, amor. Estou super excitada e cheia de idéias e vontades para hoje a noite. E, para começar, vamos colocar o cinto de metal, com espinhos torturantes e sonda uretral". Eu sei que esse cinto machuca bastante o pau e a uretra do meu marido, mas eu estava num dia super sádica e dominadora. Queria que ele sofresse, sentisse dor.

Enfiei a sonda na uretra, o que pos si só já é desconfortável e doloroso e ainda por cima o cinto de castidade tem espinhos por dentro, que machucam o pau e a cabeça do pau.

Mandei ele vestir uma calcinha fio dental. Queria ver a bunda do meu marido toda marcada, com ele usando calcinha. E mandei ele ie rebolando para a cozinha para abrir uma champagne para mim.

Logo em seguida tocou o interfone. Era o Luca, meu atual namorado comedor. Eu adoro trepar com o Luca, na frente do meu marido ou não. Meu marido é acostumado a me ver transando com outros homens. Meu marido gosta de me ver transando com outros homens e eu  sou uma esposa que adoro trepar com outros na frente dele. Mandei meu marido ir só de calcinha abrir a porta para meu namorado. Eles se cumprimentaram e logo o Luca me beijou gostoso na boca, acariciando meu corpo, apertando minha bunda. Mandei o Job virar de bunda para o Luca e mostrar as marcas da sessão de spanking da noite anterior. Estou numa fase bem sádica, bem dominadora, adorando fazer meu homen sentir dor e prazer misturados.

Sentei no sofá com o Luca e mandei o Rob sentar no chão. Fiquei namorando no sofá, até que começamos, eu e o Luca, a nos excitar. Mas antes de trepar com o meu namorado na frente do meu marido eu tinha outros planos. Eu ia comer meu marido, com meu pau de silicone, preso no cinto. Eu ia ser a mulher ativa e meu marido o homem passivo. Adoro fazer inversão de papéis. Adoro ser ativa e dominadora, especialmente com meu marido sendo submisso e passivo. Eu queria colocar o Rob de quatro na beira da cama e comer ele com força, olhando para as marcas das chicotadas na bunda dele.

Peguei o maior pau de borracha que tenho. É bem grosso, cabeçudo, comprido. Queria machucar o cu do meu marido. Queria que ele sentisse mais dor ainda. O Luca meu namorado me abraçava e me beijava e depois coloquei meu marido na posição que eu queria. Algemei as mãos dele. Conferi o pau preso no cinto de castidade com espinhos torturantes e sonda uretral, lubrifiquei o cu do meu marido e encostei a cabeça enorme daquele pau de borracha no cu dele. Estava próxima de arrombar o cu do meu marido, numa deliciosa inversão de papéis. Se era para ser ativa, sádica e dominadora, era isso que eu ia fazer bem feito. Então forcei o pau preso no cinto. O cu do meu marido se abriu e ele gemeu. Enfiei a cabeça gigante, de uma vez só. Ele gritou e eu mandei calar a boca e abrir o cu para eu enfiar o pau. E fui metendo. Olhava para a bunda marcada dele, o pau de borracha abrindo o cu. Aquilo me deixava cada vez mais louca. E eu sabia que meu marido não podia ter nada parecido com uma ereção e nem prazer, porque o cinto estava machucando bastante o pau dele. Comi ele com força, meti o pau inteiro, sem dó. O cu dele sangrava e quanto mais ele gritava mais forte eu metia. Tirei o pau e vi o cu dele aberto, vermelho. O cu ele estava arrombado. Enfiei o pau todo, de uma vez. E soquei com toda a força que eu tinha. Fazia os movimentos de quadril como se fosse um homem louco para comer sua fêmea. Meti muito nele. Aproveitei cada momento daquela inversão de papéis.  O Luca meu namorado me acariciava e assistia tudo, de pau duríssimo. Eu estava maluca de tesão. Tirei o pau do cu do Rob, arranquei o cinto que prendia o pau em mim e deitei na cama, agarrando o Luca, louca pelo pau delicioso dele. Eu amo trepar com o Luca. Quem ainda não leu, vale a pena ler os capitulos anteriores aqui do blog. Nem chupei ele nem ele me chupou. Ele veio por cima de mim, como um louco. E eu estava ensopada, aberta, enorme, louca de tesão. Senti aquele pau delicioso entrando em mim, sem camisinha, pele com pele, do jeito que eu gosto. E trepei com vontade. Fiz sexo, sem nenhum amor, mas com muito tesão. Viramos mil vezes de posição, ele me comia forte, ritmado e gostoso. Gozei forte e em seguida o Luca gozou. Me encheu de porra quente, do jeito que eu gosto. Logo que ele tirou o pau de mim e relaxamos um pouquinho eu mandei o Rob deitar e sentei na cara dele, fazendo força com a pélvis, para expelir toda a porra do meu namorado na boca do meu marido. Mandava ele me chupar gostoso. Dizia para ele chupar a buceta da esposa toda cheia de porra de outro homem. E me esfregava na cara e na boca dele, até gozar de novo.

Tomamos um banho os 3 juntos e depois mandei o Job ficar sentado no banco ao lado da cama e fiquei deitada namorando o Luca. Logo nos esquentamos. O pau delicioso do meu namorado começou a crescer na minha mão e eu olhei para meu marido e disse: amor, ele acabou de gozar e me fazer gozar e a gente vai transar gostoso de novo. Olha que sorte a nossa, que podemos gozar gostoso. Já você não pode gozar, porque é assim a nossa vida e é assim que a gente gosta". E em seguida já desci para chupar o saco, a virilha e o cu do meu namorado, para depois me concentrar naquele pau duro, grande grosso e cabeçudo que eu tanto gosto. Mamei muito aquela pica. Chupei gostoso e depois ele veio para me chupar também. lambeu minha buceta, meu grelo, meu cu, enfiando a língua bem lá dentro. Comecei sentando por cima, depois fiquei de quatro e ele me pegou com força, enfiando na minha buceta enquanto metia o polegar no meu cu. Sabia que meu namorado queria comer minha bunda, na frente do meu marido. O Luca adora me pegar por trás. E foi exatamente isso que ele fez. Tirou o pau da minha buceta, encostou no meu cu e forçou. A penetração do Luca no meu cu é sempre dolorosa num primeiro momento, porque ele é grande. Mas ele saber fazer e enfia devagarzinho, até eu me acostumar. E depois ele soca forte, enquanto eu me masturbo. E foi exatamente assim dessa vez. Ele começou a me comer e eu a me masturbar. E quando eu já estava louca de tesão e o meu namorado também eu chamei meu marido para vir me chupar por baixo, vendo o pau penetrando bem de pertinho e sentindo o saco grande e depilado do Luca batendo na cara dele. Morri de tesão sentindo o pau de um no meu cu e a língua do outro no meu grelo e na minha buceta e logo gozei gostoso. Quando gemi gozando o Luca esporrou também, enchendo meu cu de porra. E eu logo sentei na cara do meu marido, mandando ele lamber meu cu, que eu abria para a porra do outro homem escorrer na boca do meu marido.

Foi um tesão. E o Luca disse: "na próxima vez quero comer o cu da esposa e o do marido em seguida, para ver a diferença dos dois". E combinamos que assim seria. A esposa dominadora e ativa come o marido submisso e passivo - inversao de papéis bem gostosa com o marido em castidade controlada

Sou a Paula e você pode falar comigo pelo paulasicam@gmail.com e com o Rob pelo robaleixo@gmail.com

sábado, 3 de junho de 2017

vontade de ser puta

Eu sou uma mulher safada, que gosta de sexo de todas as formas. Adoro tudo que me dê prazer e não tenho nenhum preconceito. Sou uma mulher dominadora, uma esposa dominadora, casada com um marido submisso, um homem que gosta de ser subjugado sexualmente. Na cama quem manda sou eu. Chegamos ás vezes ao sadomasoquismo, ao spanking, a inversão de papéis, com meu marido sendo um homem passivo e eu uma mulher ativa. Fazemos chuva dourada e vários tipos de brincadeiras e torturas, geniais ou não. Mas nosso grande lance é que eu sou uma esposa liberada para transar com outros. Meu marido as vezes assiste e outras não. Já fizemos de tudo, swing, menage, trocas. Meu marido apesar de não ser um homem bissexual transa com outros homens quando eu quero. E ele é acostumado a chupar o pau dos homens que me comem e a me chupar limpando a porra dos outros. E, como vocês leitores já sabem, ele usa um cinto de castidade que o impede de ter ereção e orgasmo. Quando dou um orgasmo para ele normalmente é um orgasmo arruinado, frustrado. Ou um simples provocar e negar, um teaser and denial, ou uma ordenha prostatica. É muito difícil meu marido ter um orgasmo.

Eu sempre tive vontade de ser puta por uma noite. Queria saber como é trepar por dinheiro. Ser escolhida e ter que trepar com qualquer um que pagasse. Normalmente eu sou dominadora, gosto de escolher os caras com quem eu transo. Gosto de ter o poder feminino na cama e fora dela.  Mas resolvi realizar essa fantasia de ser puta. Fui junto com meu marido a uma conhecida boate de prostituição em pinheiros e explicamos ao gerente o que queríamos. Foi bem difícil convence-lo a deixar, mas ele acabou topando.

Resolvemos que iriamos na quinta-feira a noite. Eu me preparei toda. Fiz bronzeamento artificial para deixar minhas marquinhas de biquini bem fortes e lindas. Me depilei todinha, deixando minha xoxota deliciosa e lisinha. E na noite me arrumei bem safada e chamativa. Um shortinho de couro bem curtinho e justo. Botas até a altura das coxas, passando os joelhos. Uma micro calcinha preta, de renda, super fio dental. E uma blusinha de preciso totalmente transparente, preta, com um sutiã de renda por baixo.

E fomos para a boate. Mandei meu marido sentar em uma mesa e ficar la tomando whisky, enquanto assistia eu me prostituindo.  E sai para andar pela casa. Andava de um jeito sensual e provocativo, encarando os homens, me oferecendo. Encostei no balcão e logo chegou em mim um japonês, de terno e gravata. Devia estar na faixa de uns 55 anos, era mais baixo que eu. Totalmente sem graça. Era um cara com quem eu jamais transaria. Conversamos um pouco, provoquei ele bastante e ele me chamou para ir para o quarto. Fechamos um valor e eu fui. Passei pelo meu marido e dei uma piscadinha.

Entramos no quarto e ele começou a me beijar. Um beijo sem graça, molhado, mole. Tirei minha roupa e exibi meu corpo perfeito e bronzeado. Ele tirou a roupa e mostrou um pintinho pequeno, fino, totalmente sem graça. Falei para ele tomar um banho e voltar. Quando voltou me ajoelhei e enfiei aquele pintinho pequeno na minha boca. O cliente gemia e se contorcia todo. Deitamos na cama. Abri bem minhas pernas e me masturbei para ele ver. Me toquei gostoso e ele não resistiu. Achei que ia me chupar, mas ele pegou uma camisinha, colocou no pauzinho dele e veio por cima. Meteu e começou a se mexer. Eu enrosquei as pernas nas costas dele e me esfreguei. Paramos logo depois e fiquei de quatro.  Empinei bem minha bunda, com a minha marca de biquini bem forte. Abri minha bunda e minha buceta e ele meteu na minha buceta de uma vez só. Ficou tentando enfiar um dedo no meu cu e eu olhei para trás e disse: "amor, se você quiser comeu meu cu você pode, mas é mais caro...".  E falei um valor. Ele topou e eu disse: "vem por trás amor, come gostoso meu cu". Mal senti o pauzinho dele entrando, ele deu umas bombadas e gemeu forte, dizendo que estava gozando.

Depois tomei um banho, me vesti e recebi o valor combinado, descendo para a boate já atras de outro cliente. Passei de novo pelo meu marido, pisquei para ele e disse: "um já foi meu amor. Sua esposa acabou de trepar por dinheiro com um japonês horrível e sem graça".

Voltei a circular e logo chegou em mim um outro cliente. Esse estava na faixa dos 35 e era bonitão. Bem vestido, até interessante. Fechamos um valor e fomos para o quarto. Chegamos lá já tirei logo minha roupa e fiquei nuazinha para ele admirar meu corpo gostoso e bronzeado. Ele também tirou a roupa. Tinha um corpo normal, cuidado, mas nada excepcional. Peguei no pau dele, que logo ficou duro na minha mão. Era um pau bem comprido, comprido mesmo. Mas não muito grosso. Na verdade era comprido e fino o pau dele. Mas o que mais chamava atenção é que era totalmente torto para um lado. Fomos para o banho e na saída eu ajoelhei e comecei a mamar o pau dele. Ele queria fazer garganta profunda, queria que eu engolisse o pau dele. Entortei minha cabeça e engoli. Mesmo sendo comprido, eu fiz garganta profunda. Se era isso que ele queria ele ia ter. Se era para eu ser puta, quis logo mostrar que eu sabia o que estava fazendo. Ele quase me sufocou com o pau dele. Engasguei, babei. E senti que isso aumentou o tesão dele.  Fomos para a cama e ele deitou de pernas abertas. Lambi o saco e a virilha dele e vi que ele ficava levantando a bunda. Logo vi que ele queria ser comido também. Logo percebi que ele queria que eu fizesse um fio terra nele, enfiando meus dedos no cu dele. Logo comigo que adoro isso! Desci minha língua para o saco dele, para a virilha e logo em seguida para o cu. Quando dei a primeira lambida ele já se arreganhou todo, abriu o cu na minha língua. Enfiei minha língua no cu do cliente, babei bastante e logo enfiei um dedo interio. Ele gemeu gostoso e começou a rebolar no meu dedo. Vi que ele gostava mesmo da coisa e logo enfiei um segundo dedo e depois um terceiro. Comi ele gostoso, enfiava e tirava meus dedos do rabo dele. Depois achei bem a próstata e acariciei bastante, fiz uma gostosa massagem prostática enquanto mamava aquele bem pau fino, bem comprido e torto.  Parei antes dele gozar. Ele estava louco de tesão, mas antes de meter em mim ele quis me chupar. Abri bem minhas pernas e mostrei minha buceta totalmente depilada, aberta, grande e molhada. Ele me chupou, enfiou a língua, achou meu grelo, quase me fez gozar. E depois deitou, vestiu a camisinha e eu encaixei minha xoxota no pau dele e engoli tudo, vindo por cima. Rebolei bastante, me esfreguei do jeito que eu mais gosto e senti meu gozo vindo. Eu ia gozar com aquele cara que estava pagando para me comer, que eu tinha acabado de conhecer e estava dando em troca de dinheiro. Olhei pra ele e disse: "vamos gozar" e gozei bem gostoso naquela fantasia de ser puta por uma noite. E ele gozou em seguida.

Tomamos outro banho rapido, nos vestimos. Ele me pagou, deu uma caixinha generosa e pediu meu telefone, dizendo que queria sair outras vezes com ele. Eu ri e disse: "só saio aqui". E descemos. Passei perto do meu marido mais uma vez e disse: "esse me fez gozar, amor". E logo fui atrás do meu terceiro cliente da noite.

Demorei mais para conseguir o terceiro cliente. Chegaram vários em mim, mas queriam ficam negociando o preço da trepada e só me enchendo o saco. Um tempo depois chegou um cara bem gordo e já um pouco mais velho, be, grisalho. Me deu nojo só de pensar em eventualmente ter que trepar com ele, então quando ele perguntou o valor eu joguei um valor bem mais alto, o triplo do que eu tinha cobrado. E ele topou. Eu gelei na hora. Me arrependi da minha fantasia de seu puta por um dia. Mas como eu estava nesse jogo eu tinha que ir. Subimos para o quarto. Resolvi que ia fazer ele gozar rápido e ir embora com meu marido. Comecei tirando minha roupa sensualmente. Quando estava só de calcinha, ele me pediu para eu me exibir de calcinha.  Rebolei, me virei, me mostrei toda. Ele passou a mão na minha buceta por cima da calcinha e apertou ela, com uma mão gorda e mole. E disse que queria comprar minha calcinha usada. Chutei um valor e ele topou. Tirei a calcinha, dei para ele, ele chegou e enfiou na boca quase.  Falei para ele tirar a roupa. Quando ele ficou nu eu mal via o pau dele. A barriga quase encobria o pau dele. Ele tinha pelos já meio grisalhos e estava todo suado nas dobras de sua gordura. Falei para irmos para o banho. Saimos, ele deitou na cama, eu chupei aquele pau no meio de tanta banha. Depois ele quis me chupar. A boca dele era mole, ele não achava os lugares sensíveis, lambia sem graça e ainda por cima babava muito. Fui por cima dele, roçando meu corpo gostoso e durinho naquele corpo mole e gordo. Vesti a camisinha no pau dele e sentei. Não conseguia nem me encaixar nele, de tão gordo que era. Rebolei o que pude. O cliente gemia e suava embaixo de mim. Fiquei de quatro e ele veio me fudendo. Sentia aquela pança gorda batendo em mim, até que ele gozou. Tomamos banho, ele me pagou o valor do programa e da calcinha. Vesti meu shortinho sem nada por baixo e descemos.

Sentei na mesa do meu marido e disse: "amor, o gordo comprou minha calcinha. Estou sem nada por baixo. Vamos para nossa casa". E fomos embora. No carro, contei todas as trepadas em detalhes para meu marido, preso no cinto de castidade dele. Contei do japonês de pau mínimo, que comeu meu cu. Contei do gostoso que foi ativo e passivo comigo e que me fez gozar com aquele pau fino, comprido e super torto. E contei do gordo nojento que comprou minha calcinha para se masturbar com ela.

Chegando em cada eu precisava reassumir minha posição de poder feminino, de mulher dominadora. Mandei meu marido tirar a roupa, peguei ele pelos cabelos, dei uns bons tapas na cara dele e disse: "desce e me chupa gostoso. Me faz gozar na sua boca. Minha buceta não está com gosto de pau e nem tem porra para você limpar. Dessa vez você vai sentir o gosto da borracha das camisinhas dos caras que pagaram para me comer". Meu marido começou a me chupar. Eu depois me virei e sentei na cara dele, sufocando ele de propósito. Um pouco antes de eu gozar eu parei e me segurei. Peguei minha algema, prendi meu marido. Abri o armário e peguei meus chicotes e disse: "amor, preciso relaxar e você sabe que te espancar me faz bem". E comecei uma forte sessão de spanking no meu marido. As marcas do chicotes apareciam cada vez mais fortes na bunda e na coxa dele. Eu adoro espancar sexualmente um homem, dentro de um sadomasoquismo SSC, em uma relação consentida, segura e reciproca. Quanto mais eu batia mais excitada eu ficava. Meu marido gritava e chorava de dor e eu batia cada vez com mais força.  Eu estava louca de tesão e gritei para meu marido: "agradeça por ter a melhor mulher do mundo, amor. Agradeça pelo nosso casamento perfeito". E meu marido, obediente, agradeceu. E eu mandei ele falar mais alto que me amava e que eu era a mulher perfeita. E ele fez. Ai mandei ele contar as ultimas 20 chicotadas, agradecendo cada uma. Quando terminamos eu estava ensopada, muito excitada. Sentei na cara do meu marido que me chupou até eu gozar. Quando eu acabei e gozar ele estava todo ferido, machucado, marcado das chicotadas que dei nele. Mandei ele ir pro banheiro, deitar no chão e abrir a boca bem aberta, para eu fazer xixi na boca dele. E mandei ele engolir tudo. Adoro chuva dourada desse jeito. Depois ele tomou banho. Desinfetei os ferimentos, passei hirudoid e dormimos.

E essa foi minha vontade de ser puta. Ser puta por um dia

Quer saber mais de mim e do meu casamento? Me escreva: paulasicam@gmail.com . Mas seja inteligente!


segunda-feira, 18 de abril de 2016

DP - dupla penetração - menage masculino, dominação, sadomasoquismo, mulher dominadora, homem submisso

Vamos para a nona parte da minha história. Sou Rob (robaleixo@gmail.com) casado com a Paula (paulasicam@gmail.com)

Os dias foram passando e nossa rotina mudou um pouco. Além do Rafa que vinha para casa direto e do Jr que vinha as vezes ela começou a sair com outros homens, casais e também mulheres do tal do grupo.

Uma noite ela trouxe  4 meninas do grupo, todas lindas, com corpos perfeito, para verem o Rafa e o Jr fazerem DP nela na minha frente. Eu fiz minha função de sempre. Chupei os dois, lambi o cu e a buceta dela, ajudei eles a meterem nela e depois lambi a porra dos dois, limpando a buceta da minha esposa. As meninas ficaram loucas de tesão, vendo minha submissão e humilhação. A Paula falou que ele ia chupar as 4 até elas gozarem e la fui eu chupar 4 bucetas diferentes, com meu pau preso, logo depois de ter visto minha esposa dar para 2 ao mesmo tempo. Depois que as 4 gozaram na minha boca, os paus do Rafa e do Jr já estavam duros de novo e a Paula disse que eles podiam comer as meninas que quisessem e que ela ia me dar um presente. Olhou para as meninas e perguntou: “ele fez vocês gozarem gostoso?”. Elas responderam que sim. E a Paula disse: “então vou dar um presente para ele. Vou deixar ele me comer! Faz muito tempo que ele não faz isso”. Eu fiquei todo feliz, primeiro porque ia meter na minha esposa e segundo porque ia ter um orgasmo antes dos 90 dias. Faziam só 78 que eu estava preso. Mas minha alegria durou pouco. Ela pegou a cinta com o pau e vestiu em mim. As meninas deram risada e o Rafa completou: “ah, o corninho vai comer a esposa com o pau artificial”.  E enquanto o Rafa e o Jr se divertiam com as 4 meninas eu comia a Paula com a cinta e o pau de borracha. Fiquei péssimo, humilhado, arrasado.

Quando chegamos no 90 dia eu precisava muito me aliviar, mas a Paula não falou e nem fez nada. No 95 dia ela me disse: “amor, vamos chegar aos 100 dias. É um numero mais bonito e te prometo um presente especial no 100 dia.” Passei os 5 dias que faltavam pensando em qual seria meu presente especial. A ansiedade foi a mil.

No 100 dia a noite a Paula estava linda, com uma roupa super provocante, muito sensual. Calcinha linda, toda sexy. Me mandou tomar banho e disse que íamos sair para tomar algo gostoso e namorarmos um pouco. Bebemos, curtimos a noite, ela me agradeceu de novo por ser um marido tão especial e voltou a dizer que tinha um presente para mim em casa. No carro, ela levantou a saia, ficava se tocando e se mostrando para mim, pegando no meu pau e saco chacoalhando a gaiola por cima da calça. Chegamos em casa e eu estava muito excitado, louco pelo que viria. Ela me deu um beijão e pegou uma caixinha, dizendo: “você já está super adaptado ao seu cinto, para uso diário. Agora te comprei um outro, para ocasiões especiais”. E abriu a caixinha mostrando um cinto em aço, em formato de gaiola mesmo e com um dispositivo uretral. Isso mesmo. Havia uma alcinha de aço que penetraria em minha uretra, enquanto eu usasse o cinto. Confesso que fiquei meio assustado com aquilo. A Paula ai pegou uma outra caixinha e havia uma série de varinhas de metal em série, começando com uma bem fina ate uma bem grossa e disse para mim: “amor, hoje vamos começar a brincar com sua uretra. Tenho todas essa varinhas, para ir acostumando você com penetrações uretrais”. E logo tirou minha roupa, a dela, pegou a chave do cinto e me libertou. Deitamos na cama e ela acariciou meu saco e períneo, pegando meu pau bem de leve. Enquanto isso eu tocava na buceta dela. Meu pau endureceu em segundos e logo ja estava em espasmos, quase gozando. Ela disse: “você tem que aprender a se controlar, amor. Não é porque faz 100 dias que você não goza que você vai gozar em 1 minuto agora”. Ai ela pegou a varetinha de aço mais fina, lubrificou com ky, me punhetou um pouco mais e disse: “amor, quando mais relaxado você ficar, mais fácil será a penetração das varinhas na sua uretra. Estou começando com uma bem fina, mas temos que chegar em uma grossa, para você poder usar o cinto com sonda uretral, em ocasiões especiais” e logo começou a enfiar o canudinho de aço em minha uretra, ao mesmo tempo que me punhetava de leve. A penetração na uretra ardia muito e era, além de um pouco dolorosa, bastante desconfortável. Ela meteu devagar a varinha toda e ficou enfiando e tirando enquanto punhetava. Comecei a quase gozar de novo e ela parou, tirando a vareta toda, de uma vez. Ardeu muito de novo. Ai ela pegou uma mais grossa e repetiu a operação toda ate eu quase gozar. Fez o mesmo com a terceira mais grossa, que foi mais difícil de entrar. E chegou na quarta, mais grossa ainda. Enfiou na minha uretra até o fim e ficou me punhetando enquanto enfiava e tirava a vareta. Eu senti que meu gozo estava vindo e avisei. Ela não parou e o gozo veio enquanto ela metia a vareta. No primeiro espasmo ela não tirou a vareta e gozei com a ejaculação presa pela varinha. No segundo jato ela tirou a vareta junto. Foi um gozo dolorido, ardido, estranho. Ai ela olhou e disse: “amor, você aguentou 4 varinhas. Tem 10 na caixinha e hoje eu pretendo chegar até a oitava. Vou te dar um tempinho e daqui a pouco quero esse pau inútil duro de novo.”

Em seguida me mandou chupar ela até ela gozar e passados alguns minutos voltou a me punhetar e logo que fiquei duro ela pegou a quinta varinha mais grossa e foi repetindo a operação até a oitava, que já era bem grossa e que foi bem difícil de entrar, teve que abrir minha uretra num diâmetro bem maior que o normal. E com a oitava vareta, bem grossa, enfiada, ela me fez gozar de novo, sem tirar ela no começo do gozo e só tirando no final. E a Paula disse: “que ótimo, amor, você já está pronto para usar o cinto com sonda uretral em ocasiões especiais. Me mandou para o banho e em seguida me trancou de novo no meu conto de uso diário, que é um Holytrainer, depois de eu ter experimentado outros, inclusive um CB.

Ela olhou para mim e disse: “desta vez não vou estipular um prazo mínimo. Seu próximo orgasmo vai depender de minha vontade e só dela”.

Os dias e semanas foram passando. O Rafa sempre vinha pra casa comer a Paula.  O Jr as vezes também vinha, especialmente para comer o cu dela. Ela nunca deixava de me provocar e de me mandar chupar ela muito, sempre que ela queria gozar ou quando os meninos não vinham comer ela. E, claro, depois que os dois gozavam nela eu tinha que lamber toda a porra dele. Eu estava em uma fase já mais acostumado a gozar quase nunca ou nunca.

DP - dupla penetração - menage masculino, dominação, sadomasoquismo, mulher dominadora, homem submisso