Passados uns dias de meu fim de semana com o Julio eu conversei com a Ana, uma amiga minha gostosa e safada e resolvemos nos ver.
A Ana tem um corpinho delicioso. Baixinha, com seios naturais, grandes e bem firmes. Barriga lisinha, bunda empinada com pernas torneadas. Morena de olhos verdes e cabelos lisos e sedosos. E tem uma bucetinha deliciosa para chupar e lamber. Carnuda, gordinha, com uma faixinha delicada de pelinhos. E ela é o tipo de menina que fica ensopada quando está excitada.
Já tem alguns episódios aqui no blog dela com a gente. Este é um deles: https://submissocornoecontrolado.blogspot.com.br/2016/11/hoje-ele-vai-ter-orgasmo.html
Ela chegou em casa, toda lindinha, me beijou na boca deliciosamente. Logo em seguida o Rob chegou do trabalho e ela também cumprimentou ele com um beijaço na boca, provocando ele bastante. Ela sabia que ele vive em castidade masculina e usa cinto de castidade 24 horas por dia e 7 dias por semana, sem poder gozar.
Eu gosto muito de ter o poder sobre o prazer do meu marido. Ele goza se eu quero e quando eu quero. E confesso que eu quero muito pouco. É muito melhor a vida dessa forma. Meu marido casto é muito mais amoroso, cuidadoso e ligado a mim e ao amor do que qualquer outro marido. Eu recomendo fortemente a castidade masculina no casamento.
O Rob foi tomar banho e eu fiquei conversando e namorando com a Ana. Ele saiu do banho e se juntou a nós. Ficamos curtindo, bebericando, comendo uns aperitivos gostosos, até que eu e a Ana nos agarramos para valer. Nossas bocas coladas, nossas línguas entrelaçadas. Arrancamos a roupa. Nos chupamos, nos masturbamos, nos tocamos. Tudo ali no sofá da sala ainda. O Rob, meu marido, ali do lado assistindo tudo, bem preso no cinto de castidade. Mas era só um aquecimento. Nem eu nem ela queríamos gozar ainda.
Fomos para o quarto, mandei o Job tirar a roupa. Provocamos ele bastante. Excitamos ele, deixamos ele louco, mas sem ereção porque estava preso no cinto de castidade. E o tempo todo eu perguntava se ele queria que eu soltasse ele e ele pedia por favor, do jeito que eu gosto. Depois de muito tempo, soltei ele do cinto, mas imediatamente algemei as mãos dele para ele não poder se tocar. O pau dele solto logo ficou duro e ele mais louco de tesão ainda. Ele se deitou na cama e a Ana sentou na cara dele, para ele chupar a buceta e o cu dela. Ela se esfregava na cara e na boca do meu marido. Enquanto isso eu masturbava ele de leve e dava pequenas chupadas no pau duríssimo dele.
Peguei o jogo de sondas uretrais, as varinhas de metal com as bolinhas na ponta e escolhi uma com a bolinha média para grande. Meu marido estaca tão distraído chupando a Ana que nem percebeu. Encostei a sonda bem no buraquinho da uretra e logo enfiei todinha. Ele gemeu de dor. A sonda arde demais quando eu enfio e fico mexendo. Percebi que aquilo excitou ainda mais a Ana, que estava quase gozando na boca dele. Eu brinquei bastante com a sonda, enfiando e tirando, machucando a uretra dele, fazendo ele sentir dor.
A Ana disse que estava perto de gozar e eu falei pra ela. Vem, senta no pau dele, goza com ele te penetrando. Tirei a sonda de metal com a bolinha na ponta, disse para ele que ele estava proibido de gozar, e ela logo sentou no pau dele, de uma vez só. Rebolou e se esfregou nele e logo gozou. Quando ela saiu imediatamente eu sentei no pau do meu marido e disse: "olha que sortudo você! Acabou de sentir a buceta de uma gata e agora esta sentindo a da sua esposa. Duas bocetas quentes e molhadas para você, uma diferente da outra. Rebolei algumas vezes no pau dele, provocando ele e dizendo que muitos homens comem a mulher dele e gozam com ela bem gostoso. E ai parei de rebolar, levantei do pau dele e disse: "os outros podem gozar comigo, amor. Mas você não pode e não vai gozar. Não quero que você goze mais este ano. Seu próximo gozo só no ano que vem". E parei tudo. Mandei ele sentar na cadeira, amarrei ele algemado e voltei a transar com a Ana. Ele ficou enlouquecido, cheio de vontade de gozar. Ele vive trancado no cinto de castidade masculina e quando eu solto e ele tem ereção ele fica maluco, mas óbvio que eu não ia deixar ele gozar. Adoro provocar e negar o gozo a ele. Tease and denial é uma delicia e faz muito bem, porque ele fica sempre estimulado, erotizado e excitado. É importante vocês mulheres entenderem que a castidade de nossos maridos ou namorados não significa menos sexo. Muito pelo contrario, significa muito mais sexo, prazer e tesão. A única diferença é que você mulher goza quando quiser (sozinha, com o marido chupando ou masturbando ou com outros se vocês gostarem). E o marido não goza quase nunca, o que faz com que ele fique muito mais conectado, presente e amoroso.
Ela veio me chupando gostoso, depois nos esfregamos e eu gozei deliciosamente assim. Meu marido estava louco de tesão, mas bem algemado e amarrado não podia fazer nada. Não podia ter prazer e nem nada. A esposa transa com uma amiga enquanto o marido que vive em castidade masculina assiste
Ficamos as duas deitadas, relaxando. Mas eu estava com vontade de fazer xixi. Mandei o ir para o box do banheiro e deitar no chão. Quando ele fez isso, ele ja sabia que eu ia fazer xixi nele. De vezes quando gosto de uma boa chuva dourada. Adoro fazer xixi na boca e no rosto dele. Fiquei de cócoras na cara dele e fiz uma deliciosa chuva dourada. Mandei ele ficar de boca aberta e sentir o gosto do meu néctar dourado. Quando terminei a Ana disse que queria fazer xixi também e eu falei para ela aproveitar e fazer xixi na boca do meu marido também. E ela fez. Enquanto isso eu dizia: "bebe o xixi dela amor, sente o gosto. Aposto que o gosto dela é diferente do meu, sente qual você gosta mais".
Aquilo deixou todos nós loucos de tesão de novo. Meu marido ainda de pau duríssimo, mas isso era problema dele, porque ele não ia gozar mesmo. E eu e a Ana nos pegamos de novo, transamos muito de todas as formas deliciosas que duas mulheres podem e gozamos as duas de novo.
Mandei o Rob tomar banho e quando ele saiu instalei o uso do cinto de castidade masculina de uso diário dele de novo.
Quem quiser conversar comigo: paulasicam@gmail.com
A história de um homem casado, corno, casto, submisso e controlado, que vive uma relação cuckold, com uma esposa dominadora. Conto aqui meu dia a dia, da relação de dominação e submissão. Vivo trancado em um cinto de castidade e só tenho orgasmos arruinados. Praticamos inversão de papéis e vejo minha esposa transando com outros homens. Ela pratica tease and denial, sem me deixar gozar
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
A esposa transa com uma amiga enquanto o marido que vive em castidade masculina assiste
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domingo, 17 de setembro de 2017
A esposa com o marido em castidade masculina controlada e outro homem na cama
No dia seguinte acordei tarde, super excitada pela noite anterior. O Rob, meu marido liberal cuckold e que vive em castidade masculina controlada, também estava bastante estimulado, como eu gosto. Ficamos na cama namorando um pouco, tomamos um banho e fomos almoçar em um restaurante que gostamos. Era um dia quente, então coloquei um shortinho jeans bem curtinho, com uma calcinha vermelha, microscópica, com uma sandália de salto alto. Na parte de cima uma camisa aberta e decotada, sem sutiã, marcando de leve meus seios gostosos.
No restaurante pedimos um vinho branco gostoso e eu disse que estava louca de tesão pela noite anterior. Tinha transado, chupado e masturbado um monte de homens e mulheres. Lembrei meu marido que tinha dado meu cu para o Julio e que tinha adorado trepar com ele e que queria repetir. E ficamos conversando sobre todo o tesão que estávamos sentindo.
Chegando em casa, louca de tesão, agarrei meu marido e nos beijamos muito. Arrancamos nossas roupas e eu brinquei com o pau dele preso no cinto de castidade de uso diário, o Holytrainer que ele usa o tempo todo. Ele estava louco de tesão, mas o cinto de castidade impedia a ereção. Desci minha mão pelo saco e pelo períneo, chegando ao cu. Ele me masturbava deliciosamente, me deixando ainda mais louca. Fomos para a cama e deitamos agarrados, nos tocando e beijando. Peguei a chave do cinto, de uma forma bem provocante e fiquei brincando com ele se devia solta-lo ou não. Ele estava maluco e excitadissimo. Eu também estava ensopada e com muito tesão.
Mandei ele me chupar gostoso, até eu gozar na boca dele e ai depois disse que eu estava louca para ser penetrada. Os olhos dele estavam vidrados de tesão. Ai eu fui até o armário, peguei o cinto com o pau realístico e prendi no meu marido, mandando ele me comer com o pau artificial. Eu adoro fazer isso, porque ele faz os movimentos como se estivesse fodendo, mas não sente nada. Ele me comia com força, com o o pau artificial no cinto. Gozei mais uma vez e voltei a provocar ele, dizendo: "tantos homens me comem tão gostoso, mas você sabe que não pode né, amor". E acariciava o saco, o períneo e o cu dele, enquanto brincava com a chave. Ele implorava para eu soltar ele do cinto. E eu soltei. O pau dele logo ficou duro na minha mão. Eu acariciava bem de leve a parte de baixo da cabeça do pau dele e ele gemia. Punhetava um pouco e logo parava. Lambia a cabeça do pau e depois engolia e chupava. Ele gemia de prazer. Me deitei e mandei ele esfregar o pau no meu grelo e nos lábios da minha xoxota, mas lembrei para ele que ele não podia me penetrar nem um pouquinho. Ele estava louco de tesão e ficava tentando meter e eu travando ele com as pernas, até que me enchi de tanta presão dele e dei vários tapas bem fortes na cara dele. Meu tesão foi às alturas e o dele também. Tirei ele de cima de mim e voltei a punhetar o pau dele até quase ele gozar. Quando vi que ele estava no limite eu parei tudo e disse: "amor, chega. Não é bom você gozar. Toma um banho de porta aberta e vamos recolocar seu cinto. Foi só um tease and denial gostoso e que faz bem para nós dois". Adoro provocar e negar o orgasmo. Deixar ele chegar bem perto e parar tudo, sem deixar que ele goze e depois prender de novo no cinto der castidade. Às vezes eu vou um pouco mais em frente e deixo ele ejacular, mas tiro a mão um segundo antes, o que tira o prazer dele. São os orgasmos arruinados, os orgasmos frustrados. Mas dessa vez nem cheguei lá. Vou de um orgasmo negado mesmo. Adoro provocar ele até o limite e negar o orgasmo na hora H.
Quando ele voltou do banho eu estava me masturbando, me tocando deliciosamente e conversando pelo WhatsApp com o Julio, que tinha me comido na noite anterior. Prendi ele no cinto de castidade de uso diário e ele deitou do meu lado. Continuei conversando putarias com o Julio, provocando ele e me excitando mais ainda. Mandei meu marido me chupar enquanto eu conversava altas sacanagens com o Julio pelo whats. Gozei mais uma vez.
Eu estou numa fase super erótica e muito excitada o tempo todo. Falei que queria dar para o Julio nos próximos dias e ficamos de marcar logo. Mas meu tesão estava a flor da pele, então chamei o Rafa, um dos meus namorados comedores, para quem eu amo dar, para vir em casa a noite.
Mandei o Rob preparar um jantar para nós 3. O Rafa chegou e eu recebi ele só de calcinha e camisetinha regata fininha. Jantamos e logo em seguida começamos a nos pegar. Eu beijava o Rafa e depois o Rob, agarrava os dois, louca de tesão. Adorava sentir o beijo do meu marido e de um dos meus namorados ao mesmo tempo. Fomos os 3 para o quarto e já arranquei a roupa dos dois e tirei a minha também. Fiquei completamente nua entre meu marido e meu namorado. Meu namorado de pau livre, grande, duríssimo e meu marido com o pau dele preso na gaiola do cinto de castidade, sem poder ter uma ereção. Nos deitamos os 3 na cama e eu pegava os dois e os dois me pegavam. Meu marido louco querendo ser solto para poder ter prazer e meu namorado já pronto para me dar prazer e ter prazer. deitei no meio dos dois e cada um me pegava por um lado e eu alternava beijos e cariciais em cada um. Depois de um tempo disse para meu marido: "amor, olha o pau do Rafa já prontinho pra entrar em mim. Eu e ele vamos aproveitar muito e quero você olhando bem de pertinho e nos acariciando, lambendo e beijando". Meu marido pirava de tesão na loucura de saber que estava preso e impossibilitado de gozar. Me virei e engoli o pau do Rafa. Olhei bem nos olhos do meu marido e disse: "olha, amor. Olha bem de pertinho sua esposa com um pau delicioso, duro e enorme, na boca. Olha como eu chupo e dou prazer para ele. Você sabe que eu adoro chupar". E voltei a mamar a pica do Rafa, deliciosa e tão conhecida por mim. Quando senti que o pau do Rafa estava babando na minha boca eu deixei acumular um pouco e fui beijar a boca do meu marido, dizendo: "amor, sente o gosto gostoso do pau do meu namorado na minha boca". Beijei com gosto a boca do meu marido e voltei a chupar o pau do meu namorado. E ai meu marido veio me chupar deliciosamente, me deixando pronta para transar. Quando eu estava quase gozando na boca do meu marido eu mandei ele parar e ajudar o meu namorado a meter em mim. Meu marido pegou o pau do meu namorado e dirigiu para minha buceta, segurando para o Rafa meter em mim. E o Rafa meteu gostoso. Senti cada centímetro daquele pauzão entrando em mim e me preenchendo. O Rafa me comia e o Rob estava ali do lado me tocando e beijando. Mudei de posição e vim por cima do Rafa, empinando bem minha bunda. Mandei meu marido ir lamber meu cu e o saco do Rafa enquanto eu rebolava gostoso. Sentir a língua do meu marido no meu cu e sabendo que ele estava alternando entre meu cu e o saco do meu namorado me deixou mais louca de tesão ainda. Fiquei de quatro, em cima da cara do meu marido e o meu namorado meteu em mim com força. O Rob me chupava por baixo enquanto o Rafa me comia. Logo eu gozei forte e gostoso e pedi para o Rafa vir junto também. Ele meteu com força e gozou dentro de mim, com meu marido ali embaixo. Logo que o Rafa tirou o pau de dentro de mim eu sentei na cara do meu marido e mandei ele me chupar. A porra do gozo do Rafa escorria na boca e na cara do Rob e eu esfregava minha buceta todas gozada por outro na cara dele. Adoro fazer isso com meu marido. Amo que meu marido chupa minha buceta com a porra de outro homem.
O Rafa um tempo depois foi embora e eu continuei a provocar meu marido, que subia paredes de tesão. Mas eu não ia dar um gozo para ele. Fomos tomar banho e dormimos abraçados. E assim foi a esposa com o marido e outro homem na cama.
Quem quiser conversar comigo pode fazer pelo email paulasicam@gmail.com e com o Rob pelo robaleixo@gmail.com
No restaurante pedimos um vinho branco gostoso e eu disse que estava louca de tesão pela noite anterior. Tinha transado, chupado e masturbado um monte de homens e mulheres. Lembrei meu marido que tinha dado meu cu para o Julio e que tinha adorado trepar com ele e que queria repetir. E ficamos conversando sobre todo o tesão que estávamos sentindo.
Chegando em casa, louca de tesão, agarrei meu marido e nos beijamos muito. Arrancamos nossas roupas e eu brinquei com o pau dele preso no cinto de castidade de uso diário, o Holytrainer que ele usa o tempo todo. Ele estava louco de tesão, mas o cinto de castidade impedia a ereção. Desci minha mão pelo saco e pelo períneo, chegando ao cu. Ele me masturbava deliciosamente, me deixando ainda mais louca. Fomos para a cama e deitamos agarrados, nos tocando e beijando. Peguei a chave do cinto, de uma forma bem provocante e fiquei brincando com ele se devia solta-lo ou não. Ele estava maluco e excitadissimo. Eu também estava ensopada e com muito tesão.
Mandei ele me chupar gostoso, até eu gozar na boca dele e ai depois disse que eu estava louca para ser penetrada. Os olhos dele estavam vidrados de tesão. Ai eu fui até o armário, peguei o cinto com o pau realístico e prendi no meu marido, mandando ele me comer com o pau artificial. Eu adoro fazer isso, porque ele faz os movimentos como se estivesse fodendo, mas não sente nada. Ele me comia com força, com o o pau artificial no cinto. Gozei mais uma vez e voltei a provocar ele, dizendo: "tantos homens me comem tão gostoso, mas você sabe que não pode né, amor". E acariciava o saco, o períneo e o cu dele, enquanto brincava com a chave. Ele implorava para eu soltar ele do cinto. E eu soltei. O pau dele logo ficou duro na minha mão. Eu acariciava bem de leve a parte de baixo da cabeça do pau dele e ele gemia. Punhetava um pouco e logo parava. Lambia a cabeça do pau e depois engolia e chupava. Ele gemia de prazer. Me deitei e mandei ele esfregar o pau no meu grelo e nos lábios da minha xoxota, mas lembrei para ele que ele não podia me penetrar nem um pouquinho. Ele estava louco de tesão e ficava tentando meter e eu travando ele com as pernas, até que me enchi de tanta presão dele e dei vários tapas bem fortes na cara dele. Meu tesão foi às alturas e o dele também. Tirei ele de cima de mim e voltei a punhetar o pau dele até quase ele gozar. Quando vi que ele estava no limite eu parei tudo e disse: "amor, chega. Não é bom você gozar. Toma um banho de porta aberta e vamos recolocar seu cinto. Foi só um tease and denial gostoso e que faz bem para nós dois". Adoro provocar e negar o orgasmo. Deixar ele chegar bem perto e parar tudo, sem deixar que ele goze e depois prender de novo no cinto der castidade. Às vezes eu vou um pouco mais em frente e deixo ele ejacular, mas tiro a mão um segundo antes, o que tira o prazer dele. São os orgasmos arruinados, os orgasmos frustrados. Mas dessa vez nem cheguei lá. Vou de um orgasmo negado mesmo. Adoro provocar ele até o limite e negar o orgasmo na hora H.
Quando ele voltou do banho eu estava me masturbando, me tocando deliciosamente e conversando pelo WhatsApp com o Julio, que tinha me comido na noite anterior. Prendi ele no cinto de castidade de uso diário e ele deitou do meu lado. Continuei conversando putarias com o Julio, provocando ele e me excitando mais ainda. Mandei meu marido me chupar enquanto eu conversava altas sacanagens com o Julio pelo whats. Gozei mais uma vez.
Eu estou numa fase super erótica e muito excitada o tempo todo. Falei que queria dar para o Julio nos próximos dias e ficamos de marcar logo. Mas meu tesão estava a flor da pele, então chamei o Rafa, um dos meus namorados comedores, para quem eu amo dar, para vir em casa a noite.
Mandei o Rob preparar um jantar para nós 3. O Rafa chegou e eu recebi ele só de calcinha e camisetinha regata fininha. Jantamos e logo em seguida começamos a nos pegar. Eu beijava o Rafa e depois o Rob, agarrava os dois, louca de tesão. Adorava sentir o beijo do meu marido e de um dos meus namorados ao mesmo tempo. Fomos os 3 para o quarto e já arranquei a roupa dos dois e tirei a minha também. Fiquei completamente nua entre meu marido e meu namorado. Meu namorado de pau livre, grande, duríssimo e meu marido com o pau dele preso na gaiola do cinto de castidade, sem poder ter uma ereção. Nos deitamos os 3 na cama e eu pegava os dois e os dois me pegavam. Meu marido louco querendo ser solto para poder ter prazer e meu namorado já pronto para me dar prazer e ter prazer. deitei no meio dos dois e cada um me pegava por um lado e eu alternava beijos e cariciais em cada um. Depois de um tempo disse para meu marido: "amor, olha o pau do Rafa já prontinho pra entrar em mim. Eu e ele vamos aproveitar muito e quero você olhando bem de pertinho e nos acariciando, lambendo e beijando". Meu marido pirava de tesão na loucura de saber que estava preso e impossibilitado de gozar. Me virei e engoli o pau do Rafa. Olhei bem nos olhos do meu marido e disse: "olha, amor. Olha bem de pertinho sua esposa com um pau delicioso, duro e enorme, na boca. Olha como eu chupo e dou prazer para ele. Você sabe que eu adoro chupar". E voltei a mamar a pica do Rafa, deliciosa e tão conhecida por mim. Quando senti que o pau do Rafa estava babando na minha boca eu deixei acumular um pouco e fui beijar a boca do meu marido, dizendo: "amor, sente o gosto gostoso do pau do meu namorado na minha boca". Beijei com gosto a boca do meu marido e voltei a chupar o pau do meu namorado. E ai meu marido veio me chupar deliciosamente, me deixando pronta para transar. Quando eu estava quase gozando na boca do meu marido eu mandei ele parar e ajudar o meu namorado a meter em mim. Meu marido pegou o pau do meu namorado e dirigiu para minha buceta, segurando para o Rafa meter em mim. E o Rafa meteu gostoso. Senti cada centímetro daquele pauzão entrando em mim e me preenchendo. O Rafa me comia e o Rob estava ali do lado me tocando e beijando. Mudei de posição e vim por cima do Rafa, empinando bem minha bunda. Mandei meu marido ir lamber meu cu e o saco do Rafa enquanto eu rebolava gostoso. Sentir a língua do meu marido no meu cu e sabendo que ele estava alternando entre meu cu e o saco do meu namorado me deixou mais louca de tesão ainda. Fiquei de quatro, em cima da cara do meu marido e o meu namorado meteu em mim com força. O Rob me chupava por baixo enquanto o Rafa me comia. Logo eu gozei forte e gostoso e pedi para o Rafa vir junto também. Ele meteu com força e gozou dentro de mim, com meu marido ali embaixo. Logo que o Rafa tirou o pau de dentro de mim eu sentei na cara do meu marido e mandei ele me chupar. A porra do gozo do Rafa escorria na boca e na cara do Rob e eu esfregava minha buceta todas gozada por outro na cara dele. Adoro fazer isso com meu marido. Amo que meu marido chupa minha buceta com a porra de outro homem.
O Rafa um tempo depois foi embora e eu continuei a provocar meu marido, que subia paredes de tesão. Mas eu não ia dar um gozo para ele. Fomos tomar banho e dormimos abraçados. E assim foi a esposa com o marido e outro homem na cama.
Quem quiser conversar comigo pode fazer pelo email paulasicam@gmail.com e com o Rob pelo robaleixo@gmail.com
domingo, 10 de setembro de 2017
a esposa participa de uma festa de sexo liberal coletivo e depois faz tease and denial, provocar e negar, com o marido
Os leitores mais antigos do blog já sabem que eu faço parte de um grupo de sexo, encontros e realização de festas eróticas e excitantes, para pessoas muito selecionadas e com ambiente de alto luxo.
Nem sempre escrevo sobre as festas, mas desta vez resolvi contar sobre a ultima delas. No sábado passado, em uma enorme mansão alugada para o evento, nos Jardins. Os convites eram super restritos e a lista bastante controlada. O traje era black tie sensual, com máscaras. E o clima era mesmo de um Baile de Máscaras muito erótico e sensual. Só gente linda, escolhida a dedo. Bebida de primeira, comidinhas de primeira, top DJ Internacional. Tudo perfeito.
Eu estava vestida com uma sandália bem aberta, de saltos altíssimos e finos. Um vestido longo, absolutamente transparente, todinho de renda. Com um enorme decote nas costas e na frente e uma fenda também enorme que deixava minhas coxas de fora, chegando quase que até a virilha. Por baixo: nada. Nem calcinha nem sutiã. O Rob estava de smoking. E eu troquei o cinto de castidade masculina de uso diário dele, o Hollytrainer, por um de metal, que parece uma gaiola mesmo. Mas como eu estava boazinha, não coloquei o com espinhos e nem a sonda uretral. E ele estava sem cueca, para a gaiola marcar bem na calça dele.
Chegamos e já havia vários convidados e convidadas. Todos super chiques e sensuais. Demos uma volta, cumprimentamos alguns conhecidos de outras festas, flertamos um pouco. No andar de baixo, tínhamos uma pista de dança, um super bar e alguns lounges e mesas. No andar de cima, 4 quartos privados, que podiam ser fechados e uma grande sala com colchões e sofás, para sexo coletivo.
No começo da noite o clima era mais light, as pessoas conversando, dançando, bebendo, paquerando. E eu logo vi um casal lindo. Ela era loiríssima, platinada. Alta, magra, elegante. Seios bem grandes e bunda bem marcada no vestido que usava. O companheiro dela era cheio de classe, cara de poderoso, do jeito que eu gosto. Rosto bem bonito, marcante. Me interessei por eles e cheguei mais perto. Olhei para ela, depois para ele. Voltei para ela e sorri. Ela sorriu de volta. Me aproximei e me apresentei. Em seguida apresentei meu marido. Eles se apresentaram, Luisa e Pablo. Ficamos conversando os 4 e o marido dela não parava de me olhar. Me comia com os olhos, vendo meu corpo quase nu, coberto apenas pela renda do vestido e mais nada. Ela também me olhava. E eu retribuia sensualmente os dois, me mostrando totalmente receptiva. Uma hora, cheguei bem perto dele, olhando bem nos olhos. Boca entreaberta. Ele queria me beijar, mas eu desviei e cheguei perto da acompanhante dele, fazendo o mesmo. Mas ela eu beijei. Um beijo longo, entre duas mulheres. As duas com batons vermelhos. As bocas abertas, as linguas enroscadas. E eu acariciava a nuca dela com minhas unhas longas. O marido dela ficou louco. E o meu também. Terminei de beijar a Luisa e cheguei bem perto do Pablo. Mas desta vez eu beijei. Senti a pegada máscula dele, oposta da pegada feminina que eu tinha tido um pouco antes. Minha buceta já começou a ficar molhada.
Eu queria muito transar com aquele casal. Mas queria fazer na sala coletiva, para todo mundo ver. Conversamos um pouco mais e a Luisa chegou perto do Rob e deu um beijo nele. Vi meu marido beijando aquela loira linda, que imaginava que ia dar para ele. Mal sabia ela que o Rob estava usando o cinto de castidade. Mas eu deixei ela provocar ele, porque gosto de manter meu marido sempre excitado e alerta. Sugeri para subirmos para a sala coletiva e a Luisa disse: "estou louca para provar vocês dois, sentir você e seu marido". Eu sorri e disse que seria só eu. Expliquei que o o Rob era um marido submisso e que vivia em regime de castidade masculina controlada, sem ter orgasmos. Mas não falei do cinto de castidade. ia mandar o Rob ficar nu na sala coletiva de sexo, com o pau dele preso na gaiola.
Subimos e a sala já estava bastante cheia. Na antesala havia uns armários e eu ao contrario de todo mundo resolvi já fica nua ali mesmo. Arranquei meu vestido e fiquei nua, exibindo meu corpo gostoso para todos que estavam ali. Agarrei a Luisa e levei ela para dentro da sala. O Pablo e o Rob nos acompanharam. Já tinha muita gente transando e se pegando. Num dos lados da sala havia um colchão alto e grande vazio e foi para lá que eu fui com a Luisa. Começamos a nos beijar de novo e ela apertava minha bunda e com a outra mão já me acariciava safadamente a buceta ensopada. Sentia os dedos dela nos locais mais sensíveis de minha xoxota, o que demonstrava a experiência dela com mulher. Logo ela ficou nua e ficamos as duas nos masturbando de pé. A buceta dela, ao contrario da minha que é totalmente depilada, tinha uma faixinha mínima de pelos. Depois nos deitamos e começamos um 69. Eu chupava a xoxota dela e ela a minha. Nos acariciávamos, masturbávamos e chupávamos, até gozarmos. O Pablo ja estava nu ali do lado e o Rob continuava vestido. Olhei para o Rob e falei: "amor, tira a sua roupa. Mostra para todo mundo como eu sou a dona do seu prazer". E ele obediente tirou a roupa e todos viram o cinto de castidade dele, impedindo qualquer ereção e prazer.
Olhei para o Pablo e vi que ele ja estava com o pau duríssimo. Era um pau não muito grande, mas grosso. Olhei para a Luisa e fomos as duas chuparmos ele juntas. Uma lambia a cabeça e a outra o saco, depois nos alternávamos engolindo e chupando. E o Rob sentado olhava a gente bem de perto. Eu queria dar para o marido da Luisa na frente dela. Ele pegou uma camisinha (eu odeio dar com camisinha, adoro sentir a porra dentro, mas nessas situações eu acabo usando) e me comeu gostoso, enquanto o Rob chupava a Luisa. Quando olhei estávamos cercados por vários homens e casais. Vários deles já nus. Os casais se pegavam nos olhando e os homens se masturbavam. Me excitei mais ainda. Mandei o Pablo sentar e sentei no pau dele, rebolando gostoso e olhando para tanta gente que me assistia trepando. A Luisa gozou na boca do Rob e eu mandei ele se levantar e organizar os caras todos que estavam ali. Eu ia chupar um e masturbar dois, enquanto o Pablo me comia e meu marido que ia organizar isso. Logo chegou um cara e enfio o pau na minha boca e mais dois, um em cada mão. Eu rebolava como uma louca no pau do Pablo e tinha mais 3 paus, dois nas mãos e um na boca. A Luiza se entusiasmou e escolheu um dos homens casados, com a esposa, e começou a chupar ele e depois deu para ele enquanto ele chupava a esposa. Os meus 3 gozaram e o Pablo e eu também. Nisso a Luisa e o casal dela também gozou e demos um tempo.
Fui ao banheiro me lavar, andando nua pela sala. Voltei para o mesmo colchão alto e meu marido continuava la. A Luisa e o Pablo tinham ido embora. Fiquei beijando e namorando meu marido, até que chegou uma morena linda, sozinha. Nem conversamos. Antes mesmo de falarmos qualquer coisa já nos beijamos e em seguida transamos. Chupei a buceta dela, que era pequenininha e lisinha e ela me chupou. E nisso ja se formou outra rodinha de casais, homens e mulheres. Quando gozamos, olhei para um dos caras e chamei ele. Beijei ele, chupei, mandei ele colocar uma camisinha e sentei no pau dele. E logo mandei meu marido escolher mais 3 caras, para eu chupar e masturbar. E foi isso que fiz, até gozarmos todos.
Fiquei deitada descansando no colo do meu marido, até que chegou um homem lindo. Bronzeado, sarado, só de calça e com a camisa e o paletó do smoking aberto. Se apresentou, Julio. E conversamos um pouco, até ele me dizer que tinha me visto transar e que estava louco por mim. Disse isso com um sorriso lindo, que me cativou. E logo fui beijar ele, pronta para dar para ele também. Mas ai ele me disse: "não quero fazer aqui em publico, quero ter você só para mim, em um dos quartos privados, com calma". E sorri e disse: "claro, vamos". E olhei para meu marido e disse: "amor, se veste e me espera lá embaixo".
Fui com o Julio para um dos quartos. Entramos e fechamos a porta. Eu ja estava nua. Abracei ele e senti o corpo gostoso dele, com um beijo firme e com pegada. Logo ajudei ele a se livrar da roupa e quando abaixei a cueca dele vi um pau lindo, perfeito, duríssimo. Uma cabeça grande e brilhante, um tamanho gostoso e bem grosso. Eu ia aproveitar bastante. Ele mordiscou meus mamilos, lambeu, acariciou. Desceu, abriu minha buceta, me acariciou e me chupou. Me pegou pela bunda e levantou. Abri bem as pernas e ele desceu até meu cu. Lambeu meu cu, enfio a língua la dentro. Eu pirei e fiquei louca de vontade de dar o cu para aquele desconhecido. Me virei e engoli o pau dele. Chupei um tempão. Desci pelo saco e fiz o mesmo que ele. Lambi o cu dele e enfiei a língua la dentro. Ele se abriu todo pra mim, coisa que eu adoro. Voltei para o pau e com as mãos acariciava o saco. Desci para o períneo e até o cu. Encostei o dedo e ele abriu. Eu que ja estava louca de tesão fiquei ainda mais. Enfiei um dedo, acariciei ele gostoso. Localizei a próstata dele. Enfiei mais um. Ele gemeu gostoso. Enfiei um terceiro e fodi ele gostoso, com força, enquanto chupava o pau dele. Ele gemia e eu sentia o pau dele pulsar na minha boca. Me virei e deitei e ele veio por cima de mim. Esfregou aquela cabeçona do pau na minha buceta e pressionou, enfiando gostoso. Eu estava adorando o jeito que ele me fodia. Mudamos de posição e eu fui por cima. Me encaixei gostoso e ele me beijou na boca. Eu estava louca de tesão. Um tempo depois, fiquei de quatro e ele veio na minha buceta, mas eu olhei pra ele e disse: "gato, se você quiser meu cu você pode. Enfia devagarzinho no começo". Ele pirou. Encostou aquela cabeça enorme no meu cu e pressionou. Senti aquela dorzinha gostosa do começo do sexo anal e depois abri bem meu cu e senti todo aquele pau bem la dentro. E ele começou a foder meu cu como um louco, até gozarmos forte. Ficamos descansando, eu disse que tinha adorado e que queria mais. Trocamos telefones e prometemos que iamos falar pelo whats.
Desci e meu marido estava em uma mesa bebendo e conversando com a Luisa e o Pablo. Contei pra eles que tinha trepado com o Julio em um dos quartos e agradeci o Rob por ser meu marido perfeito e liberal. Resolvemos que íamos para casa. Nos despedimos da Luisa e do Pablo e no carro fui contando detalhes do que tinha feito com o Julio para provocar o Rob. Quando chegamos em casa estávamos os dois loucos de tesão por tudo. No nosso quarto ficamos os dois nus, nos beijamos e abraçamos. Eu acariciava o saco do Rob e o pau dele tentava ficar duro na gaiola. Enquanto eu beijava ele eu dizia: "isso amor, beija a boca da sua esposa que chupou vários paus diferentes hoje". Depois eu deitei e abri as pernas, mandando ele me chupar. Adoro quando meu marido me chupa, ainda mais depois que dei para vários. Eu dizia o tempo todo: "amor, tantos homens comem a sua esposa. O único que não come é você, mas isso é ótimo para nós, eu não tenho nenhuma vontade de dar para você". E esfregava minha buceta na cara dele. Peguei a chave do cinto e disse: "amor, nossa noite foi tão gostosa que vou te soltar um pouco dessa gaiola e vamos curtir um pouco juntos aqui". Ele ficou louco. Soltei o pau dele. Peguei na mão e senti ele crescer. Desci e lambia a cabeça e depois engoli, chupando bem gostoso o pau do meu marido e dizendo: "amor, sente como sua esposa chupa gostoso. Todos os homens adoram meu boquete". Chupei e punhetei ele mais um pouco e ai deitei e ele veio por cima, me beijando e acariciando. Abri minhas pernas e ele encostou o pau na minha buceta ensopada, achando que ia me comer. Nessa hora travei ele com as pernas e disse: "amor, você sabe que não pode meter em mim, não tente enfiar. Vou abrir minhas pernas de novo, mas você pode só esfregar a cabecinha e sentir como a buceta da sua esposa é quente, gostosa e molhada. Você sabe que os outros podem meter nessa buceta deliciosa, mas você não pode". Ele ficou esfregando a cabeça do pau na minha buceta, louco de tesão, e cada vez que ele tentava meter um pouco eu travava ele com as pernas, impedindo a penetraçao e dizendo: "amor, se controla que você sabe que não pode me comer". Ele gemia, se esfregava, e eu sentia o pau dele babando de tanta excitação na minha buceta ensopada. Depois de um tempão fazendo isso eu acabei gozando com ele esfregando meu grelo, de tanto tesão que eu estava de impedir a penetraçao dele e com a negação do orgasmo a ele e ai eu me virei e disse: "chega amor. Por hoje já está mais que bom. Vamos parar com isso. Vai la tomar um banho de porta aberta e nada de se masturbar". Ele reclamou um pouco, disse que estava maluco de tesão e eu disse que isso que era bom e mandei de novo ele para o banho. Ele foi, bem obediente. Quando ele voltou, coloquei o Holytrainer, o cinto de castidade de uso diário e nos deitamos para dormir.
Eu adoro provocar bastante meu marido, deixar ele sempre alerta e excitado. E uma das coisas boas é o tease and denial. A provocação e a negação. Adoro provocar e negar o orgasmo para meu marido. Os orgasmos negados são ótimos para maridos em castidade controlada. E assim foi: A esposa participa de uma festa de sexo liberal coletivo e depois faz tease and denial, provocar e negar, com o marido
Leitoras que quiserem tirar duvidas ou algo mais podem me escrever no paulasicam@gmail.com e leitores também podem. E quem quiser tentar a sorte comigo, seja inteligente e desperte meu interesse
Nem sempre escrevo sobre as festas, mas desta vez resolvi contar sobre a ultima delas. No sábado passado, em uma enorme mansão alugada para o evento, nos Jardins. Os convites eram super restritos e a lista bastante controlada. O traje era black tie sensual, com máscaras. E o clima era mesmo de um Baile de Máscaras muito erótico e sensual. Só gente linda, escolhida a dedo. Bebida de primeira, comidinhas de primeira, top DJ Internacional. Tudo perfeito.
Eu estava vestida com uma sandália bem aberta, de saltos altíssimos e finos. Um vestido longo, absolutamente transparente, todinho de renda. Com um enorme decote nas costas e na frente e uma fenda também enorme que deixava minhas coxas de fora, chegando quase que até a virilha. Por baixo: nada. Nem calcinha nem sutiã. O Rob estava de smoking. E eu troquei o cinto de castidade masculina de uso diário dele, o Hollytrainer, por um de metal, que parece uma gaiola mesmo. Mas como eu estava boazinha, não coloquei o com espinhos e nem a sonda uretral. E ele estava sem cueca, para a gaiola marcar bem na calça dele.
Chegamos e já havia vários convidados e convidadas. Todos super chiques e sensuais. Demos uma volta, cumprimentamos alguns conhecidos de outras festas, flertamos um pouco. No andar de baixo, tínhamos uma pista de dança, um super bar e alguns lounges e mesas. No andar de cima, 4 quartos privados, que podiam ser fechados e uma grande sala com colchões e sofás, para sexo coletivo.
No começo da noite o clima era mais light, as pessoas conversando, dançando, bebendo, paquerando. E eu logo vi um casal lindo. Ela era loiríssima, platinada. Alta, magra, elegante. Seios bem grandes e bunda bem marcada no vestido que usava. O companheiro dela era cheio de classe, cara de poderoso, do jeito que eu gosto. Rosto bem bonito, marcante. Me interessei por eles e cheguei mais perto. Olhei para ela, depois para ele. Voltei para ela e sorri. Ela sorriu de volta. Me aproximei e me apresentei. Em seguida apresentei meu marido. Eles se apresentaram, Luisa e Pablo. Ficamos conversando os 4 e o marido dela não parava de me olhar. Me comia com os olhos, vendo meu corpo quase nu, coberto apenas pela renda do vestido e mais nada. Ela também me olhava. E eu retribuia sensualmente os dois, me mostrando totalmente receptiva. Uma hora, cheguei bem perto dele, olhando bem nos olhos. Boca entreaberta. Ele queria me beijar, mas eu desviei e cheguei perto da acompanhante dele, fazendo o mesmo. Mas ela eu beijei. Um beijo longo, entre duas mulheres. As duas com batons vermelhos. As bocas abertas, as linguas enroscadas. E eu acariciava a nuca dela com minhas unhas longas. O marido dela ficou louco. E o meu também. Terminei de beijar a Luisa e cheguei bem perto do Pablo. Mas desta vez eu beijei. Senti a pegada máscula dele, oposta da pegada feminina que eu tinha tido um pouco antes. Minha buceta já começou a ficar molhada.
Eu queria muito transar com aquele casal. Mas queria fazer na sala coletiva, para todo mundo ver. Conversamos um pouco mais e a Luisa chegou perto do Rob e deu um beijo nele. Vi meu marido beijando aquela loira linda, que imaginava que ia dar para ele. Mal sabia ela que o Rob estava usando o cinto de castidade. Mas eu deixei ela provocar ele, porque gosto de manter meu marido sempre excitado e alerta. Sugeri para subirmos para a sala coletiva e a Luisa disse: "estou louca para provar vocês dois, sentir você e seu marido". Eu sorri e disse que seria só eu. Expliquei que o o Rob era um marido submisso e que vivia em regime de castidade masculina controlada, sem ter orgasmos. Mas não falei do cinto de castidade. ia mandar o Rob ficar nu na sala coletiva de sexo, com o pau dele preso na gaiola.
Subimos e a sala já estava bastante cheia. Na antesala havia uns armários e eu ao contrario de todo mundo resolvi já fica nua ali mesmo. Arranquei meu vestido e fiquei nua, exibindo meu corpo gostoso para todos que estavam ali. Agarrei a Luisa e levei ela para dentro da sala. O Pablo e o Rob nos acompanharam. Já tinha muita gente transando e se pegando. Num dos lados da sala havia um colchão alto e grande vazio e foi para lá que eu fui com a Luisa. Começamos a nos beijar de novo e ela apertava minha bunda e com a outra mão já me acariciava safadamente a buceta ensopada. Sentia os dedos dela nos locais mais sensíveis de minha xoxota, o que demonstrava a experiência dela com mulher. Logo ela ficou nua e ficamos as duas nos masturbando de pé. A buceta dela, ao contrario da minha que é totalmente depilada, tinha uma faixinha mínima de pelos. Depois nos deitamos e começamos um 69. Eu chupava a xoxota dela e ela a minha. Nos acariciávamos, masturbávamos e chupávamos, até gozarmos. O Pablo ja estava nu ali do lado e o Rob continuava vestido. Olhei para o Rob e falei: "amor, tira a sua roupa. Mostra para todo mundo como eu sou a dona do seu prazer". E ele obediente tirou a roupa e todos viram o cinto de castidade dele, impedindo qualquer ereção e prazer.
Olhei para o Pablo e vi que ele ja estava com o pau duríssimo. Era um pau não muito grande, mas grosso. Olhei para a Luisa e fomos as duas chuparmos ele juntas. Uma lambia a cabeça e a outra o saco, depois nos alternávamos engolindo e chupando. E o Rob sentado olhava a gente bem de perto. Eu queria dar para o marido da Luisa na frente dela. Ele pegou uma camisinha (eu odeio dar com camisinha, adoro sentir a porra dentro, mas nessas situações eu acabo usando) e me comeu gostoso, enquanto o Rob chupava a Luisa. Quando olhei estávamos cercados por vários homens e casais. Vários deles já nus. Os casais se pegavam nos olhando e os homens se masturbavam. Me excitei mais ainda. Mandei o Pablo sentar e sentei no pau dele, rebolando gostoso e olhando para tanta gente que me assistia trepando. A Luisa gozou na boca do Rob e eu mandei ele se levantar e organizar os caras todos que estavam ali. Eu ia chupar um e masturbar dois, enquanto o Pablo me comia e meu marido que ia organizar isso. Logo chegou um cara e enfio o pau na minha boca e mais dois, um em cada mão. Eu rebolava como uma louca no pau do Pablo e tinha mais 3 paus, dois nas mãos e um na boca. A Luiza se entusiasmou e escolheu um dos homens casados, com a esposa, e começou a chupar ele e depois deu para ele enquanto ele chupava a esposa. Os meus 3 gozaram e o Pablo e eu também. Nisso a Luisa e o casal dela também gozou e demos um tempo.
Fui ao banheiro me lavar, andando nua pela sala. Voltei para o mesmo colchão alto e meu marido continuava la. A Luisa e o Pablo tinham ido embora. Fiquei beijando e namorando meu marido, até que chegou uma morena linda, sozinha. Nem conversamos. Antes mesmo de falarmos qualquer coisa já nos beijamos e em seguida transamos. Chupei a buceta dela, que era pequenininha e lisinha e ela me chupou. E nisso ja se formou outra rodinha de casais, homens e mulheres. Quando gozamos, olhei para um dos caras e chamei ele. Beijei ele, chupei, mandei ele colocar uma camisinha e sentei no pau dele. E logo mandei meu marido escolher mais 3 caras, para eu chupar e masturbar. E foi isso que fiz, até gozarmos todos.
Fiquei deitada descansando no colo do meu marido, até que chegou um homem lindo. Bronzeado, sarado, só de calça e com a camisa e o paletó do smoking aberto. Se apresentou, Julio. E conversamos um pouco, até ele me dizer que tinha me visto transar e que estava louco por mim. Disse isso com um sorriso lindo, que me cativou. E logo fui beijar ele, pronta para dar para ele também. Mas ai ele me disse: "não quero fazer aqui em publico, quero ter você só para mim, em um dos quartos privados, com calma". E sorri e disse: "claro, vamos". E olhei para meu marido e disse: "amor, se veste e me espera lá embaixo".
Fui com o Julio para um dos quartos. Entramos e fechamos a porta. Eu ja estava nua. Abracei ele e senti o corpo gostoso dele, com um beijo firme e com pegada. Logo ajudei ele a se livrar da roupa e quando abaixei a cueca dele vi um pau lindo, perfeito, duríssimo. Uma cabeça grande e brilhante, um tamanho gostoso e bem grosso. Eu ia aproveitar bastante. Ele mordiscou meus mamilos, lambeu, acariciou. Desceu, abriu minha buceta, me acariciou e me chupou. Me pegou pela bunda e levantou. Abri bem as pernas e ele desceu até meu cu. Lambeu meu cu, enfio a língua la dentro. Eu pirei e fiquei louca de vontade de dar o cu para aquele desconhecido. Me virei e engoli o pau dele. Chupei um tempão. Desci pelo saco e fiz o mesmo que ele. Lambi o cu dele e enfiei a língua la dentro. Ele se abriu todo pra mim, coisa que eu adoro. Voltei para o pau e com as mãos acariciava o saco. Desci para o períneo e até o cu. Encostei o dedo e ele abriu. Eu que ja estava louca de tesão fiquei ainda mais. Enfiei um dedo, acariciei ele gostoso. Localizei a próstata dele. Enfiei mais um. Ele gemeu gostoso. Enfiei um terceiro e fodi ele gostoso, com força, enquanto chupava o pau dele. Ele gemia e eu sentia o pau dele pulsar na minha boca. Me virei e deitei e ele veio por cima de mim. Esfregou aquela cabeçona do pau na minha buceta e pressionou, enfiando gostoso. Eu estava adorando o jeito que ele me fodia. Mudamos de posição e eu fui por cima. Me encaixei gostoso e ele me beijou na boca. Eu estava louca de tesão. Um tempo depois, fiquei de quatro e ele veio na minha buceta, mas eu olhei pra ele e disse: "gato, se você quiser meu cu você pode. Enfia devagarzinho no começo". Ele pirou. Encostou aquela cabeça enorme no meu cu e pressionou. Senti aquela dorzinha gostosa do começo do sexo anal e depois abri bem meu cu e senti todo aquele pau bem la dentro. E ele começou a foder meu cu como um louco, até gozarmos forte. Ficamos descansando, eu disse que tinha adorado e que queria mais. Trocamos telefones e prometemos que iamos falar pelo whats.
Desci e meu marido estava em uma mesa bebendo e conversando com a Luisa e o Pablo. Contei pra eles que tinha trepado com o Julio em um dos quartos e agradeci o Rob por ser meu marido perfeito e liberal. Resolvemos que íamos para casa. Nos despedimos da Luisa e do Pablo e no carro fui contando detalhes do que tinha feito com o Julio para provocar o Rob. Quando chegamos em casa estávamos os dois loucos de tesão por tudo. No nosso quarto ficamos os dois nus, nos beijamos e abraçamos. Eu acariciava o saco do Rob e o pau dele tentava ficar duro na gaiola. Enquanto eu beijava ele eu dizia: "isso amor, beija a boca da sua esposa que chupou vários paus diferentes hoje". Depois eu deitei e abri as pernas, mandando ele me chupar. Adoro quando meu marido me chupa, ainda mais depois que dei para vários. Eu dizia o tempo todo: "amor, tantos homens comem a sua esposa. O único que não come é você, mas isso é ótimo para nós, eu não tenho nenhuma vontade de dar para você". E esfregava minha buceta na cara dele. Peguei a chave do cinto e disse: "amor, nossa noite foi tão gostosa que vou te soltar um pouco dessa gaiola e vamos curtir um pouco juntos aqui". Ele ficou louco. Soltei o pau dele. Peguei na mão e senti ele crescer. Desci e lambia a cabeça e depois engoli, chupando bem gostoso o pau do meu marido e dizendo: "amor, sente como sua esposa chupa gostoso. Todos os homens adoram meu boquete". Chupei e punhetei ele mais um pouco e ai deitei e ele veio por cima, me beijando e acariciando. Abri minhas pernas e ele encostou o pau na minha buceta ensopada, achando que ia me comer. Nessa hora travei ele com as pernas e disse: "amor, você sabe que não pode meter em mim, não tente enfiar. Vou abrir minhas pernas de novo, mas você pode só esfregar a cabecinha e sentir como a buceta da sua esposa é quente, gostosa e molhada. Você sabe que os outros podem meter nessa buceta deliciosa, mas você não pode". Ele ficou esfregando a cabeça do pau na minha buceta, louco de tesão, e cada vez que ele tentava meter um pouco eu travava ele com as pernas, impedindo a penetraçao e dizendo: "amor, se controla que você sabe que não pode me comer". Ele gemia, se esfregava, e eu sentia o pau dele babando de tanta excitação na minha buceta ensopada. Depois de um tempão fazendo isso eu acabei gozando com ele esfregando meu grelo, de tanto tesão que eu estava de impedir a penetraçao dele e com a negação do orgasmo a ele e ai eu me virei e disse: "chega amor. Por hoje já está mais que bom. Vamos parar com isso. Vai la tomar um banho de porta aberta e nada de se masturbar". Ele reclamou um pouco, disse que estava maluco de tesão e eu disse que isso que era bom e mandei de novo ele para o banho. Ele foi, bem obediente. Quando ele voltou, coloquei o Holytrainer, o cinto de castidade de uso diário e nos deitamos para dormir.
Eu adoro provocar bastante meu marido, deixar ele sempre alerta e excitado. E uma das coisas boas é o tease and denial. A provocação e a negação. Adoro provocar e negar o orgasmo para meu marido. Os orgasmos negados são ótimos para maridos em castidade controlada. E assim foi: A esposa participa de uma festa de sexo liberal coletivo e depois faz tease and denial, provocar e negar, com o marido
Leitoras que quiserem tirar duvidas ou algo mais podem me escrever no paulasicam@gmail.com e leitores também podem. E quem quiser tentar a sorte comigo, seja inteligente e desperte meu interesse
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
a mulher casada e liberada que transa com outros homens e mulheres enquanto o marido corno manso fica preso em castidade masculina. Meu marido gosta de me ver transando com outros homens
Quem leu o capitulo anterior do blog (eu sempre recomendo que leiam do post mais antigo para o mais recente, para entenderem a ordem das coisas na minha vida) sabe que eu fui viajar para Campos do Jordão com um casal de novinhos e que trepei muito com ele e ela juntos. E sabe também que o pai do menino resolveu ir para lá.
Estávamos os 3 na casa, quando ouvimos o barulho do carro do pai do Marcio chegando. E logo apareceu um homem bonito, bem cuidado, na faixa de uns 50 anos. O Marcio nos apresentou, dizendo que eu era uma amiga deles. O pai dele fez uma cara de espanto, achando aquilo bem estranho, mas me mediu da cabeça aos pés, percebendo toda a minha sexualidade e sensualidade.
De noite, o pai nos chamou para jantar fondue e eu me arrumei bem provocante. Apesar do frio, coloquei um shorts jeans bem curtinho, com meu arrastão e uma bota até a altura do joelho. Uma blusinha de lã branca, sem sutiã, marcando bem meus peitos bicudos e por cima uma jaqueta. Por baixo do shorts, só uma micro calcinha preta de rendinha. O pai do Marcio não tirava os olhos de mim. Me secava, me olhava. E eu provocava, mexia nos meus cabelos, olhava fixamente para ele, passava a língua nos lábios. O pai do Marcio estava louco por mim.
Conversando, o pai dele deixou claro que não estava entendendo muito bem qual era minha relação com o casal de novinhos. Mal podia imaginar ele que era puramente sexual e que eu tinha passado a noite trepando com os dois. Ele olhava para minha aliança (sim, como toda boa mulher casada eu uso aliança!) e as duvidas dele aumentavam ainda mais. E foi então que eu resolvi que ia dar para o pai do menino naquela noite. Mandei uma mensagem de whats para o Marcio dizendo que quando voltássemos para casa era para ele e a Karen dizerem que estavam cansados e irem para o quarto, me deixando na sala sozinha com o pai dele, porque eu ia trepar com ele. O Marcio ficou desesperado e disse para eu não fazer aquilo, mas eu dei risada e disse que já tinha resolvido e que ia passar a noite trepando com o pai dele.
Voltamos para casa e os meninos foram para o quarto e eu fiquei com o Edson, pai do Marcio, na sala. Falei para ele abrir um vinho e acender a lareira. Tirei minha jaqueta e minha bota, ficando descalça com meus pés com as unhas pintadas de preto, fazendo um conjunto super sexy com a meia arrastão. Sentei na poltrona, com os pés para cima, numa pose super sensual. E ai o Edson tomou coragem e me disse: "vi que você é casada. Onde está teu marido". E ai eu respondi da forma mais casual possível: "ele está em SP, não pode vir. Mas nós nos amamos muito e tudo bem" e dei uma piscadinha para ele. Me levantei e fui para o sofá onde ele estava sentado e sentei com os pés em cima das pernas dele. O clima era de puro tesão. Olhei com cara sedutora e pedi uma massagem nos meus pés. Ele começou uma massagem gostosa, apertando meus pés. Mas ai eu levantei e disse: "a meia arrastão está atrapalhando" e tirei meu shorts curtinho e em seguida a meia, ficando só com minha micro calcinha fio dental. O Edson ficou louco, mas eu ia dar mais uma canseirinha nele. Voltei a colocar meus pés no colo dele e pedi para ele massagear. Um pouco depois, subi um dos pés para a boca dele e pedi: "beija, lambe, passa sua lingua nos meus pés que eu adoro". E ai ele começou a adorar meus pés e eu já vi que ele estava no papo. Depois de um tempo eu sentei no colo dele, beijando a boca dele e deixando ele ainda mais louco. Depois me ajoelhei, abri a calça dele, abaixei a cueca e o pau pulou na minha cara. Duro, grande e grosso. Muito parecido com o do filho dele. Eu sorri e disse: "huuuum... ontem eu provei o do seu filho e hoje vou saber como é com uns 30 anos a mais". Ele gelou e disse: " vc transou com meu filho??!! Mas ele namora a Ka, que é uma graça". Ai eu rí e disse: "transei com ela também"e engoli o pau dele para não dar tempo dele pensar muito. Eu estava amando a sensação de ter chupado o pau do filho e no dia seguinte o do pai. E já estava só imaginando quando o Edson me comesse também. Tirei minha roupa e o Edson também. Sentei no sofá de pernas bem abertas e ele veio chupar minha buceta. Ele sabia chupar. Era um homem experiente. Me lambeu delicadamente e nos lugares certos. Depois aumentou a pressão e eu senti que estava vindo meu gozo e eu disse: "não para de me chupar que eu vou gozar"e gozei gostoso na boca dele. Ainda sob o efeito do orgasmo eu falei pra ele sentar no sofá e fui sentando no pau dele, sentindo entrar na minha buceta. E au eu disse: "que delicia!! Ontem era pau do filho que estava ai e hoje é o do pai". E o pai, ao contrario do filho, que me comia rápido e com intensidade, metia devagar, sentindo e aproveitando cada movimento. Eu estava ficando louca de tesão e mudei de posição. Me deitei com as pernas bem apertas, uma no encosto do sofá e o Edson veio metendo o pau dele e me comendo gostoso.Um tempo depois, fiquei de 4 na beira do sofá e o Edson ficou de pé e meteu em mim. Eu fui com minha mão por baixo e fiquei acariciando o saco dele. Ele em segurava pela cintura e eu rebolava, sentindo chegar meu orgasmo. E eu disse pra ele: "vamos gozar, vem que eu to indo. E ai ele deu umas estocadas firmes e gozou, enchendo minha buceta de porra". Eu senti aquela gozada e me senti a mais puta do mundo. E pensei: "imagina se eu engravido: pode ser filho ou neto dele".
Depois que ele gozou veio um sentimento de culpa nele, que me disse: "você é casada, transou com meu filho", eu não devia ter entrado nessa. Nem queria saber disso. Eu brinquei e disse: "larga de ser bobo, você acabou de gozar gostoso comigo, aposto que adorou. E não se preocupa, meu marido sabe de tudo. Ele gosta de ser corno manso, gosta que eu transe com outros homens. E tem mais, ele usa cinto da castidade, vive em castidade masculina controlada. Ele não transa e não goza". Sou a mulher casada e liberada que transa com outros homens e mulheres enquanto o marido corno manso fica preso em castidade masculina. A cara de espanto do Edson foi impagável. Mas foi ai que me veio a idéia de em vez de ir dormir com ele eu ia para o quarto do Marcio e da Karen, para trepar com eles dois. Avisei o Edson, que ficou ainda mais chocado. Dei um beijo na boca dele, fui para o banheiro tomar um banho e depois bati na porta do quarto do Marcio completamente nua. Ele abriu e eu disse: "acabei de trepar com seu pai e agora vim sentir de novo a versão 30 anos mais novo". A Karen deu risada e disse: "sua doida, você trepou com meu sogro e agora veio de novo com a gente". E deitamos os 3 na cama e começamos a nos pegar....
Estávamos os 3 na casa, quando ouvimos o barulho do carro do pai do Marcio chegando. E logo apareceu um homem bonito, bem cuidado, na faixa de uns 50 anos. O Marcio nos apresentou, dizendo que eu era uma amiga deles. O pai dele fez uma cara de espanto, achando aquilo bem estranho, mas me mediu da cabeça aos pés, percebendo toda a minha sexualidade e sensualidade.
De noite, o pai nos chamou para jantar fondue e eu me arrumei bem provocante. Apesar do frio, coloquei um shorts jeans bem curtinho, com meu arrastão e uma bota até a altura do joelho. Uma blusinha de lã branca, sem sutiã, marcando bem meus peitos bicudos e por cima uma jaqueta. Por baixo do shorts, só uma micro calcinha preta de rendinha. O pai do Marcio não tirava os olhos de mim. Me secava, me olhava. E eu provocava, mexia nos meus cabelos, olhava fixamente para ele, passava a língua nos lábios. O pai do Marcio estava louco por mim.
Conversando, o pai dele deixou claro que não estava entendendo muito bem qual era minha relação com o casal de novinhos. Mal podia imaginar ele que era puramente sexual e que eu tinha passado a noite trepando com os dois. Ele olhava para minha aliança (sim, como toda boa mulher casada eu uso aliança!) e as duvidas dele aumentavam ainda mais. E foi então que eu resolvi que ia dar para o pai do menino naquela noite. Mandei uma mensagem de whats para o Marcio dizendo que quando voltássemos para casa era para ele e a Karen dizerem que estavam cansados e irem para o quarto, me deixando na sala sozinha com o pai dele, porque eu ia trepar com ele. O Marcio ficou desesperado e disse para eu não fazer aquilo, mas eu dei risada e disse que já tinha resolvido e que ia passar a noite trepando com o pai dele.
Voltamos para casa e os meninos foram para o quarto e eu fiquei com o Edson, pai do Marcio, na sala. Falei para ele abrir um vinho e acender a lareira. Tirei minha jaqueta e minha bota, ficando descalça com meus pés com as unhas pintadas de preto, fazendo um conjunto super sexy com a meia arrastão. Sentei na poltrona, com os pés para cima, numa pose super sensual. E ai o Edson tomou coragem e me disse: "vi que você é casada. Onde está teu marido". E ai eu respondi da forma mais casual possível: "ele está em SP, não pode vir. Mas nós nos amamos muito e tudo bem" e dei uma piscadinha para ele. Me levantei e fui para o sofá onde ele estava sentado e sentei com os pés em cima das pernas dele. O clima era de puro tesão. Olhei com cara sedutora e pedi uma massagem nos meus pés. Ele começou uma massagem gostosa, apertando meus pés. Mas ai eu levantei e disse: "a meia arrastão está atrapalhando" e tirei meu shorts curtinho e em seguida a meia, ficando só com minha micro calcinha fio dental. O Edson ficou louco, mas eu ia dar mais uma canseirinha nele. Voltei a colocar meus pés no colo dele e pedi para ele massagear. Um pouco depois, subi um dos pés para a boca dele e pedi: "beija, lambe, passa sua lingua nos meus pés que eu adoro". E ai ele começou a adorar meus pés e eu já vi que ele estava no papo. Depois de um tempo eu sentei no colo dele, beijando a boca dele e deixando ele ainda mais louco. Depois me ajoelhei, abri a calça dele, abaixei a cueca e o pau pulou na minha cara. Duro, grande e grosso. Muito parecido com o do filho dele. Eu sorri e disse: "huuuum... ontem eu provei o do seu filho e hoje vou saber como é com uns 30 anos a mais". Ele gelou e disse: " vc transou com meu filho??!! Mas ele namora a Ka, que é uma graça". Ai eu rí e disse: "transei com ela também"e engoli o pau dele para não dar tempo dele pensar muito. Eu estava amando a sensação de ter chupado o pau do filho e no dia seguinte o do pai. E já estava só imaginando quando o Edson me comesse também. Tirei minha roupa e o Edson também. Sentei no sofá de pernas bem abertas e ele veio chupar minha buceta. Ele sabia chupar. Era um homem experiente. Me lambeu delicadamente e nos lugares certos. Depois aumentou a pressão e eu senti que estava vindo meu gozo e eu disse: "não para de me chupar que eu vou gozar"e gozei gostoso na boca dele. Ainda sob o efeito do orgasmo eu falei pra ele sentar no sofá e fui sentando no pau dele, sentindo entrar na minha buceta. E au eu disse: "que delicia!! Ontem era pau do filho que estava ai e hoje é o do pai". E o pai, ao contrario do filho, que me comia rápido e com intensidade, metia devagar, sentindo e aproveitando cada movimento. Eu estava ficando louca de tesão e mudei de posição. Me deitei com as pernas bem apertas, uma no encosto do sofá e o Edson veio metendo o pau dele e me comendo gostoso.Um tempo depois, fiquei de 4 na beira do sofá e o Edson ficou de pé e meteu em mim. Eu fui com minha mão por baixo e fiquei acariciando o saco dele. Ele em segurava pela cintura e eu rebolava, sentindo chegar meu orgasmo. E eu disse pra ele: "vamos gozar, vem que eu to indo. E ai ele deu umas estocadas firmes e gozou, enchendo minha buceta de porra". Eu senti aquela gozada e me senti a mais puta do mundo. E pensei: "imagina se eu engravido: pode ser filho ou neto dele".
Depois que ele gozou veio um sentimento de culpa nele, que me disse: "você é casada, transou com meu filho", eu não devia ter entrado nessa. Nem queria saber disso. Eu brinquei e disse: "larga de ser bobo, você acabou de gozar gostoso comigo, aposto que adorou. E não se preocupa, meu marido sabe de tudo. Ele gosta de ser corno manso, gosta que eu transe com outros homens. E tem mais, ele usa cinto da castidade, vive em castidade masculina controlada. Ele não transa e não goza". Sou a mulher casada e liberada que transa com outros homens e mulheres enquanto o marido corno manso fica preso em castidade masculina. A cara de espanto do Edson foi impagável. Mas foi ai que me veio a idéia de em vez de ir dormir com ele eu ia para o quarto do Marcio e da Karen, para trepar com eles dois. Avisei o Edson, que ficou ainda mais chocado. Dei um beijo na boca dele, fui para o banheiro tomar um banho e depois bati na porta do quarto do Marcio completamente nua. Ele abriu e eu disse: "acabei de trepar com seu pai e agora vim sentir de novo a versão 30 anos mais novo". A Karen deu risada e disse: "sua doida, você trepou com meu sogro e agora veio de novo com a gente". E deitamos os 3 na cama e começamos a nos pegar....
a mulher casada e liberada que transa com outros homens e mulheres enquanto o marido corno manso fica preso em castidade masculina. Meu marido gosta de me ver transando com outros homens
Se você quiser conversar comigo pode me escrever no paulasicam@gmail.com e se preferir falar com meu marido casto robaleixo@gmail.com
Se você quiser conversar comigo pode me escrever no paulasicam@gmail.com e se preferir falar com meu marido casto robaleixo@gmail.com
sábado, 3 de junho de 2017
vontade de ser puta
Eu sou uma mulher safada, que gosta de sexo de todas as formas. Adoro tudo que me dê prazer e não tenho nenhum preconceito. Sou uma mulher dominadora, uma esposa dominadora, casada com um marido submisso, um homem que gosta de ser subjugado sexualmente. Na cama quem manda sou eu. Chegamos ás vezes ao sadomasoquismo, ao spanking, a inversão de papéis, com meu marido sendo um homem passivo e eu uma mulher ativa. Fazemos chuva dourada e vários tipos de brincadeiras e torturas, geniais ou não. Mas nosso grande lance é que eu sou uma esposa liberada para transar com outros. Meu marido as vezes assiste e outras não. Já fizemos de tudo, swing, menage, trocas. Meu marido apesar de não ser um homem bissexual transa com outros homens quando eu quero. E ele é acostumado a chupar o pau dos homens que me comem e a me chupar limpando a porra dos outros. E, como vocês leitores já sabem, ele usa um cinto de castidade que o impede de ter ereção e orgasmo. Quando dou um orgasmo para ele normalmente é um orgasmo arruinado, frustrado. Ou um simples provocar e negar, um teaser and denial, ou uma ordenha prostatica. É muito difícil meu marido ter um orgasmo.
Eu sempre tive vontade de ser puta por uma noite. Queria saber como é trepar por dinheiro. Ser escolhida e ter que trepar com qualquer um que pagasse. Normalmente eu sou dominadora, gosto de escolher os caras com quem eu transo. Gosto de ter o poder feminino na cama e fora dela. Mas resolvi realizar essa fantasia de ser puta. Fui junto com meu marido a uma conhecida boate de prostituição em pinheiros e explicamos ao gerente o que queríamos. Foi bem difícil convence-lo a deixar, mas ele acabou topando.
Resolvemos que iriamos na quinta-feira a noite. Eu me preparei toda. Fiz bronzeamento artificial para deixar minhas marquinhas de biquini bem fortes e lindas. Me depilei todinha, deixando minha xoxota deliciosa e lisinha. E na noite me arrumei bem safada e chamativa. Um shortinho de couro bem curtinho e justo. Botas até a altura das coxas, passando os joelhos. Uma micro calcinha preta, de renda, super fio dental. E uma blusinha de preciso totalmente transparente, preta, com um sutiã de renda por baixo.
E fomos para a boate. Mandei meu marido sentar em uma mesa e ficar la tomando whisky, enquanto assistia eu me prostituindo. E sai para andar pela casa. Andava de um jeito sensual e provocativo, encarando os homens, me oferecendo. Encostei no balcão e logo chegou em mim um japonês, de terno e gravata. Devia estar na faixa de uns 55 anos, era mais baixo que eu. Totalmente sem graça. Era um cara com quem eu jamais transaria. Conversamos um pouco, provoquei ele bastante e ele me chamou para ir para o quarto. Fechamos um valor e eu fui. Passei pelo meu marido e dei uma piscadinha.
Entramos no quarto e ele começou a me beijar. Um beijo sem graça, molhado, mole. Tirei minha roupa e exibi meu corpo perfeito e bronzeado. Ele tirou a roupa e mostrou um pintinho pequeno, fino, totalmente sem graça. Falei para ele tomar um banho e voltar. Quando voltou me ajoelhei e enfiei aquele pintinho pequeno na minha boca. O cliente gemia e se contorcia todo. Deitamos na cama. Abri bem minhas pernas e me masturbei para ele ver. Me toquei gostoso e ele não resistiu. Achei que ia me chupar, mas ele pegou uma camisinha, colocou no pauzinho dele e veio por cima. Meteu e começou a se mexer. Eu enrosquei as pernas nas costas dele e me esfreguei. Paramos logo depois e fiquei de quatro. Empinei bem minha bunda, com a minha marca de biquini bem forte. Abri minha bunda e minha buceta e ele meteu na minha buceta de uma vez só. Ficou tentando enfiar um dedo no meu cu e eu olhei para trás e disse: "amor, se você quiser comeu meu cu você pode, mas é mais caro...". E falei um valor. Ele topou e eu disse: "vem por trás amor, come gostoso meu cu". Mal senti o pauzinho dele entrando, ele deu umas bombadas e gemeu forte, dizendo que estava gozando.
Depois tomei um banho, me vesti e recebi o valor combinado, descendo para a boate já atras de outro cliente. Passei de novo pelo meu marido, pisquei para ele e disse: "um já foi meu amor. Sua esposa acabou de trepar por dinheiro com um japonês horrível e sem graça".
Voltei a circular e logo chegou em mim um outro cliente. Esse estava na faixa dos 35 e era bonitão. Bem vestido, até interessante. Fechamos um valor e fomos para o quarto. Chegamos lá já tirei logo minha roupa e fiquei nuazinha para ele admirar meu corpo gostoso e bronzeado. Ele também tirou a roupa. Tinha um corpo normal, cuidado, mas nada excepcional. Peguei no pau dele, que logo ficou duro na minha mão. Era um pau bem comprido, comprido mesmo. Mas não muito grosso. Na verdade era comprido e fino o pau dele. Mas o que mais chamava atenção é que era totalmente torto para um lado. Fomos para o banho e na saída eu ajoelhei e comecei a mamar o pau dele. Ele queria fazer garganta profunda, queria que eu engolisse o pau dele. Entortei minha cabeça e engoli. Mesmo sendo comprido, eu fiz garganta profunda. Se era isso que ele queria ele ia ter. Se era para eu ser puta, quis logo mostrar que eu sabia o que estava fazendo. Ele quase me sufocou com o pau dele. Engasguei, babei. E senti que isso aumentou o tesão dele. Fomos para a cama e ele deitou de pernas abertas. Lambi o saco e a virilha dele e vi que ele ficava levantando a bunda. Logo vi que ele queria ser comido também. Logo percebi que ele queria que eu fizesse um fio terra nele, enfiando meus dedos no cu dele. Logo comigo que adoro isso! Desci minha língua para o saco dele, para a virilha e logo em seguida para o cu. Quando dei a primeira lambida ele já se arreganhou todo, abriu o cu na minha língua. Enfiei minha língua no cu do cliente, babei bastante e logo enfiei um dedo interio. Ele gemeu gostoso e começou a rebolar no meu dedo. Vi que ele gostava mesmo da coisa e logo enfiei um segundo dedo e depois um terceiro. Comi ele gostoso, enfiava e tirava meus dedos do rabo dele. Depois achei bem a próstata e acariciei bastante, fiz uma gostosa massagem prostática enquanto mamava aquele bem pau fino, bem comprido e torto. Parei antes dele gozar. Ele estava louco de tesão, mas antes de meter em mim ele quis me chupar. Abri bem minhas pernas e mostrei minha buceta totalmente depilada, aberta, grande e molhada. Ele me chupou, enfiou a língua, achou meu grelo, quase me fez gozar. E depois deitou, vestiu a camisinha e eu encaixei minha xoxota no pau dele e engoli tudo, vindo por cima. Rebolei bastante, me esfreguei do jeito que eu mais gosto e senti meu gozo vindo. Eu ia gozar com aquele cara que estava pagando para me comer, que eu tinha acabado de conhecer e estava dando em troca de dinheiro. Olhei pra ele e disse: "vamos gozar" e gozei bem gostoso naquela fantasia de ser puta por uma noite. E ele gozou em seguida.
Tomamos outro banho rapido, nos vestimos. Ele me pagou, deu uma caixinha generosa e pediu meu telefone, dizendo que queria sair outras vezes com ele. Eu ri e disse: "só saio aqui". E descemos. Passei perto do meu marido mais uma vez e disse: "esse me fez gozar, amor". E logo fui atrás do meu terceiro cliente da noite.
Demorei mais para conseguir o terceiro cliente. Chegaram vários em mim, mas queriam ficam negociando o preço da trepada e só me enchendo o saco. Um tempo depois chegou um cara bem gordo e já um pouco mais velho, be, grisalho. Me deu nojo só de pensar em eventualmente ter que trepar com ele, então quando ele perguntou o valor eu joguei um valor bem mais alto, o triplo do que eu tinha cobrado. E ele topou. Eu gelei na hora. Me arrependi da minha fantasia de seu puta por um dia. Mas como eu estava nesse jogo eu tinha que ir. Subimos para o quarto. Resolvi que ia fazer ele gozar rápido e ir embora com meu marido. Comecei tirando minha roupa sensualmente. Quando estava só de calcinha, ele me pediu para eu me exibir de calcinha. Rebolei, me virei, me mostrei toda. Ele passou a mão na minha buceta por cima da calcinha e apertou ela, com uma mão gorda e mole. E disse que queria comprar minha calcinha usada. Chutei um valor e ele topou. Tirei a calcinha, dei para ele, ele chegou e enfiou na boca quase. Falei para ele tirar a roupa. Quando ele ficou nu eu mal via o pau dele. A barriga quase encobria o pau dele. Ele tinha pelos já meio grisalhos e estava todo suado nas dobras de sua gordura. Falei para irmos para o banho. Saimos, ele deitou na cama, eu chupei aquele pau no meio de tanta banha. Depois ele quis me chupar. A boca dele era mole, ele não achava os lugares sensíveis, lambia sem graça e ainda por cima babava muito. Fui por cima dele, roçando meu corpo gostoso e durinho naquele corpo mole e gordo. Vesti a camisinha no pau dele e sentei. Não conseguia nem me encaixar nele, de tão gordo que era. Rebolei o que pude. O cliente gemia e suava embaixo de mim. Fiquei de quatro e ele veio me fudendo. Sentia aquela pança gorda batendo em mim, até que ele gozou. Tomamos banho, ele me pagou o valor do programa e da calcinha. Vesti meu shortinho sem nada por baixo e descemos.
Sentei na mesa do meu marido e disse: "amor, o gordo comprou minha calcinha. Estou sem nada por baixo. Vamos para nossa casa". E fomos embora. No carro, contei todas as trepadas em detalhes para meu marido, preso no cinto de castidade dele. Contei do japonês de pau mínimo, que comeu meu cu. Contei do gostoso que foi ativo e passivo comigo e que me fez gozar com aquele pau fino, comprido e super torto. E contei do gordo nojento que comprou minha calcinha para se masturbar com ela.
Chegando em cada eu precisava reassumir minha posição de poder feminino, de mulher dominadora. Mandei meu marido tirar a roupa, peguei ele pelos cabelos, dei uns bons tapas na cara dele e disse: "desce e me chupa gostoso. Me faz gozar na sua boca. Minha buceta não está com gosto de pau e nem tem porra para você limpar. Dessa vez você vai sentir o gosto da borracha das camisinhas dos caras que pagaram para me comer". Meu marido começou a me chupar. Eu depois me virei e sentei na cara dele, sufocando ele de propósito. Um pouco antes de eu gozar eu parei e me segurei. Peguei minha algema, prendi meu marido. Abri o armário e peguei meus chicotes e disse: "amor, preciso relaxar e você sabe que te espancar me faz bem". E comecei uma forte sessão de spanking no meu marido. As marcas do chicotes apareciam cada vez mais fortes na bunda e na coxa dele. Eu adoro espancar sexualmente um homem, dentro de um sadomasoquismo SSC, em uma relação consentida, segura e reciproca. Quanto mais eu batia mais excitada eu ficava. Meu marido gritava e chorava de dor e eu batia cada vez com mais força. Eu estava louca de tesão e gritei para meu marido: "agradeça por ter a melhor mulher do mundo, amor. Agradeça pelo nosso casamento perfeito". E meu marido, obediente, agradeceu. E eu mandei ele falar mais alto que me amava e que eu era a mulher perfeita. E ele fez. Ai mandei ele contar as ultimas 20 chicotadas, agradecendo cada uma. Quando terminamos eu estava ensopada, muito excitada. Sentei na cara do meu marido que me chupou até eu gozar. Quando eu acabei e gozar ele estava todo ferido, machucado, marcado das chicotadas que dei nele. Mandei ele ir pro banheiro, deitar no chão e abrir a boca bem aberta, para eu fazer xixi na boca dele. E mandei ele engolir tudo. Adoro chuva dourada desse jeito. Depois ele tomou banho. Desinfetei os ferimentos, passei hirudoid e dormimos.
E essa foi minha vontade de ser puta. Ser puta por um dia
Quer saber mais de mim e do meu casamento? Me escreva: paulasicam@gmail.com . Mas seja inteligente!
Eu sempre tive vontade de ser puta por uma noite. Queria saber como é trepar por dinheiro. Ser escolhida e ter que trepar com qualquer um que pagasse. Normalmente eu sou dominadora, gosto de escolher os caras com quem eu transo. Gosto de ter o poder feminino na cama e fora dela. Mas resolvi realizar essa fantasia de ser puta. Fui junto com meu marido a uma conhecida boate de prostituição em pinheiros e explicamos ao gerente o que queríamos. Foi bem difícil convence-lo a deixar, mas ele acabou topando.
Resolvemos que iriamos na quinta-feira a noite. Eu me preparei toda. Fiz bronzeamento artificial para deixar minhas marquinhas de biquini bem fortes e lindas. Me depilei todinha, deixando minha xoxota deliciosa e lisinha. E na noite me arrumei bem safada e chamativa. Um shortinho de couro bem curtinho e justo. Botas até a altura das coxas, passando os joelhos. Uma micro calcinha preta, de renda, super fio dental. E uma blusinha de preciso totalmente transparente, preta, com um sutiã de renda por baixo.
E fomos para a boate. Mandei meu marido sentar em uma mesa e ficar la tomando whisky, enquanto assistia eu me prostituindo. E sai para andar pela casa. Andava de um jeito sensual e provocativo, encarando os homens, me oferecendo. Encostei no balcão e logo chegou em mim um japonês, de terno e gravata. Devia estar na faixa de uns 55 anos, era mais baixo que eu. Totalmente sem graça. Era um cara com quem eu jamais transaria. Conversamos um pouco, provoquei ele bastante e ele me chamou para ir para o quarto. Fechamos um valor e eu fui. Passei pelo meu marido e dei uma piscadinha.
Entramos no quarto e ele começou a me beijar. Um beijo sem graça, molhado, mole. Tirei minha roupa e exibi meu corpo perfeito e bronzeado. Ele tirou a roupa e mostrou um pintinho pequeno, fino, totalmente sem graça. Falei para ele tomar um banho e voltar. Quando voltou me ajoelhei e enfiei aquele pintinho pequeno na minha boca. O cliente gemia e se contorcia todo. Deitamos na cama. Abri bem minhas pernas e me masturbei para ele ver. Me toquei gostoso e ele não resistiu. Achei que ia me chupar, mas ele pegou uma camisinha, colocou no pauzinho dele e veio por cima. Meteu e começou a se mexer. Eu enrosquei as pernas nas costas dele e me esfreguei. Paramos logo depois e fiquei de quatro. Empinei bem minha bunda, com a minha marca de biquini bem forte. Abri minha bunda e minha buceta e ele meteu na minha buceta de uma vez só. Ficou tentando enfiar um dedo no meu cu e eu olhei para trás e disse: "amor, se você quiser comeu meu cu você pode, mas é mais caro...". E falei um valor. Ele topou e eu disse: "vem por trás amor, come gostoso meu cu". Mal senti o pauzinho dele entrando, ele deu umas bombadas e gemeu forte, dizendo que estava gozando.
Depois tomei um banho, me vesti e recebi o valor combinado, descendo para a boate já atras de outro cliente. Passei de novo pelo meu marido, pisquei para ele e disse: "um já foi meu amor. Sua esposa acabou de trepar por dinheiro com um japonês horrível e sem graça".
Voltei a circular e logo chegou em mim um outro cliente. Esse estava na faixa dos 35 e era bonitão. Bem vestido, até interessante. Fechamos um valor e fomos para o quarto. Chegamos lá já tirei logo minha roupa e fiquei nuazinha para ele admirar meu corpo gostoso e bronzeado. Ele também tirou a roupa. Tinha um corpo normal, cuidado, mas nada excepcional. Peguei no pau dele, que logo ficou duro na minha mão. Era um pau bem comprido, comprido mesmo. Mas não muito grosso. Na verdade era comprido e fino o pau dele. Mas o que mais chamava atenção é que era totalmente torto para um lado. Fomos para o banho e na saída eu ajoelhei e comecei a mamar o pau dele. Ele queria fazer garganta profunda, queria que eu engolisse o pau dele. Entortei minha cabeça e engoli. Mesmo sendo comprido, eu fiz garganta profunda. Se era isso que ele queria ele ia ter. Se era para eu ser puta, quis logo mostrar que eu sabia o que estava fazendo. Ele quase me sufocou com o pau dele. Engasguei, babei. E senti que isso aumentou o tesão dele. Fomos para a cama e ele deitou de pernas abertas. Lambi o saco e a virilha dele e vi que ele ficava levantando a bunda. Logo vi que ele queria ser comido também. Logo percebi que ele queria que eu fizesse um fio terra nele, enfiando meus dedos no cu dele. Logo comigo que adoro isso! Desci minha língua para o saco dele, para a virilha e logo em seguida para o cu. Quando dei a primeira lambida ele já se arreganhou todo, abriu o cu na minha língua. Enfiei minha língua no cu do cliente, babei bastante e logo enfiei um dedo interio. Ele gemeu gostoso e começou a rebolar no meu dedo. Vi que ele gostava mesmo da coisa e logo enfiei um segundo dedo e depois um terceiro. Comi ele gostoso, enfiava e tirava meus dedos do rabo dele. Depois achei bem a próstata e acariciei bastante, fiz uma gostosa massagem prostática enquanto mamava aquele bem pau fino, bem comprido e torto. Parei antes dele gozar. Ele estava louco de tesão, mas antes de meter em mim ele quis me chupar. Abri bem minhas pernas e mostrei minha buceta totalmente depilada, aberta, grande e molhada. Ele me chupou, enfiou a língua, achou meu grelo, quase me fez gozar. E depois deitou, vestiu a camisinha e eu encaixei minha xoxota no pau dele e engoli tudo, vindo por cima. Rebolei bastante, me esfreguei do jeito que eu mais gosto e senti meu gozo vindo. Eu ia gozar com aquele cara que estava pagando para me comer, que eu tinha acabado de conhecer e estava dando em troca de dinheiro. Olhei pra ele e disse: "vamos gozar" e gozei bem gostoso naquela fantasia de ser puta por uma noite. E ele gozou em seguida.
Tomamos outro banho rapido, nos vestimos. Ele me pagou, deu uma caixinha generosa e pediu meu telefone, dizendo que queria sair outras vezes com ele. Eu ri e disse: "só saio aqui". E descemos. Passei perto do meu marido mais uma vez e disse: "esse me fez gozar, amor". E logo fui atrás do meu terceiro cliente da noite.
Demorei mais para conseguir o terceiro cliente. Chegaram vários em mim, mas queriam ficam negociando o preço da trepada e só me enchendo o saco. Um tempo depois chegou um cara bem gordo e já um pouco mais velho, be, grisalho. Me deu nojo só de pensar em eventualmente ter que trepar com ele, então quando ele perguntou o valor eu joguei um valor bem mais alto, o triplo do que eu tinha cobrado. E ele topou. Eu gelei na hora. Me arrependi da minha fantasia de seu puta por um dia. Mas como eu estava nesse jogo eu tinha que ir. Subimos para o quarto. Resolvi que ia fazer ele gozar rápido e ir embora com meu marido. Comecei tirando minha roupa sensualmente. Quando estava só de calcinha, ele me pediu para eu me exibir de calcinha. Rebolei, me virei, me mostrei toda. Ele passou a mão na minha buceta por cima da calcinha e apertou ela, com uma mão gorda e mole. E disse que queria comprar minha calcinha usada. Chutei um valor e ele topou. Tirei a calcinha, dei para ele, ele chegou e enfiou na boca quase. Falei para ele tirar a roupa. Quando ele ficou nu eu mal via o pau dele. A barriga quase encobria o pau dele. Ele tinha pelos já meio grisalhos e estava todo suado nas dobras de sua gordura. Falei para irmos para o banho. Saimos, ele deitou na cama, eu chupei aquele pau no meio de tanta banha. Depois ele quis me chupar. A boca dele era mole, ele não achava os lugares sensíveis, lambia sem graça e ainda por cima babava muito. Fui por cima dele, roçando meu corpo gostoso e durinho naquele corpo mole e gordo. Vesti a camisinha no pau dele e sentei. Não conseguia nem me encaixar nele, de tão gordo que era. Rebolei o que pude. O cliente gemia e suava embaixo de mim. Fiquei de quatro e ele veio me fudendo. Sentia aquela pança gorda batendo em mim, até que ele gozou. Tomamos banho, ele me pagou o valor do programa e da calcinha. Vesti meu shortinho sem nada por baixo e descemos.
Sentei na mesa do meu marido e disse: "amor, o gordo comprou minha calcinha. Estou sem nada por baixo. Vamos para nossa casa". E fomos embora. No carro, contei todas as trepadas em detalhes para meu marido, preso no cinto de castidade dele. Contei do japonês de pau mínimo, que comeu meu cu. Contei do gostoso que foi ativo e passivo comigo e que me fez gozar com aquele pau fino, comprido e super torto. E contei do gordo nojento que comprou minha calcinha para se masturbar com ela.
Chegando em cada eu precisava reassumir minha posição de poder feminino, de mulher dominadora. Mandei meu marido tirar a roupa, peguei ele pelos cabelos, dei uns bons tapas na cara dele e disse: "desce e me chupa gostoso. Me faz gozar na sua boca. Minha buceta não está com gosto de pau e nem tem porra para você limpar. Dessa vez você vai sentir o gosto da borracha das camisinhas dos caras que pagaram para me comer". Meu marido começou a me chupar. Eu depois me virei e sentei na cara dele, sufocando ele de propósito. Um pouco antes de eu gozar eu parei e me segurei. Peguei minha algema, prendi meu marido. Abri o armário e peguei meus chicotes e disse: "amor, preciso relaxar e você sabe que te espancar me faz bem". E comecei uma forte sessão de spanking no meu marido. As marcas do chicotes apareciam cada vez mais fortes na bunda e na coxa dele. Eu adoro espancar sexualmente um homem, dentro de um sadomasoquismo SSC, em uma relação consentida, segura e reciproca. Quanto mais eu batia mais excitada eu ficava. Meu marido gritava e chorava de dor e eu batia cada vez com mais força. Eu estava louca de tesão e gritei para meu marido: "agradeça por ter a melhor mulher do mundo, amor. Agradeça pelo nosso casamento perfeito". E meu marido, obediente, agradeceu. E eu mandei ele falar mais alto que me amava e que eu era a mulher perfeita. E ele fez. Ai mandei ele contar as ultimas 20 chicotadas, agradecendo cada uma. Quando terminamos eu estava ensopada, muito excitada. Sentei na cara do meu marido que me chupou até eu gozar. Quando eu acabei e gozar ele estava todo ferido, machucado, marcado das chicotadas que dei nele. Mandei ele ir pro banheiro, deitar no chão e abrir a boca bem aberta, para eu fazer xixi na boca dele. E mandei ele engolir tudo. Adoro chuva dourada desse jeito. Depois ele tomou banho. Desinfetei os ferimentos, passei hirudoid e dormimos.
E essa foi minha vontade de ser puta. Ser puta por um dia
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terça-feira, 30 de maio de 2017
a vida de um marido que vive em castidade e vê a esposa transando com outros homens
Oi pessoal, hoje quem escreve aqui é o Rob. Muita gente me manda emails perguntando como é minha vida, como é ser corno manso, como é ver minha esposa transando com outro, como é ser um homem submisso casado com uma mulher dominadora, como é viver em castidade, sem ter orgasmos e muitas outras coisas. Vou tentar contar um pouco aqui.
Meu casamento com a Paula começou "normal", "baunilha". Ela sempre foi mais dominadora em casa e eu mais submisso e obediente. A gente começou a falar sobre fantasias na cama, a brincar que outra pessoa estava com a gente. E nossas primeiras experiências foram menages femininos, com minha esposa e outra mulher. Foi gostoso na época, mas não era aquilo que nos empolgava. Ai eu comecei a falar sobre ver ela transando com outro homem. Dizia que eu queria muito assistir ela trepando com outro homem, dando prazer para outro homem e tendo prazer com outro homem. E ai ela começou a me dominar mais forte e disse que só ia dar para outro quando eu estivesse acostumado a chupar a buceta dela cheia da minha própria porra. Então todas as vezes que transávamos ela me mandada descer e lamber a buceta dela com meu próprio gozo. É difícil porque ja tinha passado aquela onda de prazer, mas ela me obrigava a fazer. Depois ela começou a me dedar e a enfiar mais dedos e consolos no meu cu. Eu nunca gostei de ser passivo e inversão de papéis na cama não era uma coisa que a gente praticasse. Mas também me acostumei a dar o cu para minha esposa.
Ai ela me disse que eu estava pronto para ver ela transando com outro. E completou dizendo que já sabia quem seria. E ai me revelou que ela queria voltar a transar com um antigo amigo dela, que comia muito ela na época de faculdade. E fez questão de me dizer que era o cara que ela mais sentia tesão em toda a vida e que ela adorava trepar com ele.
E ai um dia ela chamou ele pra ir para nossa casa. E eles não me deixaram ver a primeira. Me trancaram pra fora do quarto e eu só ouvia os gemidos e barulhos deles transando.
A cabeça da gente pira nessa hora. É uma mistura de sentimentos muito fortes. Um ciúme enorme de saber que tem outro cara no quarto comendo a minha esposa, misturado com o desespero de eu ter permitido incentivado que aquilo acontecesse, com um tesão muito forte. Dói, dói muito. Eu me desesperei e tive muitas sensações ruins. Mas junto vem a loucura do tesão.
E quando eles acabaram de gozar a Paula fez o teste final sobre minha aceitação. Pediu para o Rafa, que tinha acabado de comer ela, abrir a porta e me mandou entrar. Os dois estavam nus. Ela deitada na nossa cama, de pernas abertas. Olhou para mim e disse: "amor, eu já fiz. Você já é corno. Agora vem mostrar que você está feliz, vem me limpar todinha com sua língua, vem chupar minha buceta cheia de porra quente de outro homem". E eu fui... chupei a buceta da minha esposa logo depois que outro tinha gozado nela. Ai já era. Naquele momento se concretizou que eu seria corno para sempre.
Ai passado algum tempo minha esposa manda eu sentar num cantinho e começa a se pegar com o namorado dela. Ver a mulher que a gente ama nua na cama com outro homem não é nada fácil. Ver as bocas deles se encostando num beijo quente e as mãos passeando pelos corpos, não é nada fácil. Ver o pau do cara crescendo na mão da nossa esposa não é nada fácil. Ver ela descendo e lambendo a cabeça do pau dele, para depois chupar ele não é nada fácil. Ver um pau enorme, duro, dentro da boca da nossa esposa não é nada fácil. E depois ver nossa esposa abrindo as pernas e recebendo um pau duro, sem camisinha, dentro da buceta, não é nada fácil. E ver a nossa esposa transando gostoso com outro, até os dois gozarem, não é nada fácil. E descer para lamber a porra de outro homem na buceta da nossa esposa não é nada fácil.
Eu disse várias vezes que não é nada fácil. E não é mesmo. Vocês que fantasiam isso tenham muita certeza do que querem e de que vocês vão aguentar. Não é nada fácil. Mas é muito, muito, muito bom. E muito, muito, muito excitante.
Muita gente me escreve perguntando como fazer para a mulher transar com outros homens. Outros me perguntam como fazer para a esposa dominar eles. O que tenho para dizer é que tem mulheres que nasceram para isso e outras não. Comecem fantasiando na cama, depois falem a sério fora da cama, vão dando dicas de que gostariam. Mas se ela não quiser, não adianta forçar. Tem que ser uma coisa dos dois lados e não apenas uma fantasia sua. E saiba que tem mulheres que não nasceram para dominar e nem para fazer maridos cornos.
Voltando a minha vida. Depois que ela transou a primeira vez com outro na minha frente a porteira se abriu, claro. Ela pegou gosto pela coisa e eu fui cada vez mais curtindo essa dualidade de ter tesão e ciúmes juntos. De ser dominado e maltratado pela esposa, mas de ter prazer com isso. E naturalmente ela começou a querer transar menos comigo. Mas ao mesmo tempo, criando uma ligação muito mais forte e intensa comigo, uma ligação muito mais profunda. Nossa relação foi começando a transcender a outras formas.
E ai ela começou com jogos psicológicos, me deixando sem gozar, começando a me dominar nesse sentido também. E cada vez mais estabelecendo uma relação de tensão entre nós, no sentido de nos mantermos ligados e unidos, e de tesão em sentidos diferentes. E eu comecei a me deixar ser subjugado. Ela não me permitia mais penetra-la. Ela me obrigava a dar prazer a ela, sem ter o meu. E com isso meu prazer foi ficando diferente e nosso casamento muito mais quente, com um muito ligado ao outro. Sei que é louco, mas é assim que acontece.
E foi ai que ela veio com o cinto. Confesso que num primeiro momento me assustei e me preocupei. Mas ai em seguida também achei que seria algo passageiro, que logo acabaria. É muito dificil deixar nossa esposa trancar nosso pau em uma gaiola. Psicologicamente nossa masculinidade fica abalada. Não podemos mais ter ereção e nem orgasmo. E fisicamente é bastante estranho também. Temos que fazer xixi sentados. A argola incomoda. O pau demora a se acostumar. O peso ao redor do saco muda. É bastante dificil a adaptação psicológica e física também. Nos primeiros dias a empolgaçao supera, mas logo em seguida entramos em uma fase bastante complicada e a cabeça começa a ir longe, a "pirar"mesmo. E ai que entra o papel da keyheld, dominadora, da esposa dona das chaves do cinto de castidade. É nesse momento que ela precisa demonstrar o poder dela sobre você. É nesse momento que a relação precisa estar sólida e temos que ter certeza de que entregamos o prazer de nossas esposas a outros homens e o nosso prazer à vontade dela e, principalmente, a outras formas de prazer.
Eu passei momentos bem complicados, de desespero mesmo. Mas ela sempre soube conduzir e deixar claro que nossa relação foi feita para ser assim.
Somos felizes, nos amamos. E nossa relação é baseada em cumplicidade. Nenhum dos dois está nela por obrigação mas sim porque queremos.
E assim é a vida de um marido que vive em castidade e vê a esposa transando com outros homens
Tem maridos que se masturbam, mas eu não me masturbo. Tem maridos que gozam, mas eu não gozo.
Quem quiser falar comigo: robaleixo@gmail.com
Meu casamento com a Paula começou "normal", "baunilha". Ela sempre foi mais dominadora em casa e eu mais submisso e obediente. A gente começou a falar sobre fantasias na cama, a brincar que outra pessoa estava com a gente. E nossas primeiras experiências foram menages femininos, com minha esposa e outra mulher. Foi gostoso na época, mas não era aquilo que nos empolgava. Ai eu comecei a falar sobre ver ela transando com outro homem. Dizia que eu queria muito assistir ela trepando com outro homem, dando prazer para outro homem e tendo prazer com outro homem. E ai ela começou a me dominar mais forte e disse que só ia dar para outro quando eu estivesse acostumado a chupar a buceta dela cheia da minha própria porra. Então todas as vezes que transávamos ela me mandada descer e lamber a buceta dela com meu próprio gozo. É difícil porque ja tinha passado aquela onda de prazer, mas ela me obrigava a fazer. Depois ela começou a me dedar e a enfiar mais dedos e consolos no meu cu. Eu nunca gostei de ser passivo e inversão de papéis na cama não era uma coisa que a gente praticasse. Mas também me acostumei a dar o cu para minha esposa.
Ai ela me disse que eu estava pronto para ver ela transando com outro. E completou dizendo que já sabia quem seria. E ai me revelou que ela queria voltar a transar com um antigo amigo dela, que comia muito ela na época de faculdade. E fez questão de me dizer que era o cara que ela mais sentia tesão em toda a vida e que ela adorava trepar com ele.
E ai um dia ela chamou ele pra ir para nossa casa. E eles não me deixaram ver a primeira. Me trancaram pra fora do quarto e eu só ouvia os gemidos e barulhos deles transando.
A cabeça da gente pira nessa hora. É uma mistura de sentimentos muito fortes. Um ciúme enorme de saber que tem outro cara no quarto comendo a minha esposa, misturado com o desespero de eu ter permitido incentivado que aquilo acontecesse, com um tesão muito forte. Dói, dói muito. Eu me desesperei e tive muitas sensações ruins. Mas junto vem a loucura do tesão.
E quando eles acabaram de gozar a Paula fez o teste final sobre minha aceitação. Pediu para o Rafa, que tinha acabado de comer ela, abrir a porta e me mandou entrar. Os dois estavam nus. Ela deitada na nossa cama, de pernas abertas. Olhou para mim e disse: "amor, eu já fiz. Você já é corno. Agora vem mostrar que você está feliz, vem me limpar todinha com sua língua, vem chupar minha buceta cheia de porra quente de outro homem". E eu fui... chupei a buceta da minha esposa logo depois que outro tinha gozado nela. Ai já era. Naquele momento se concretizou que eu seria corno para sempre.
Ai passado algum tempo minha esposa manda eu sentar num cantinho e começa a se pegar com o namorado dela. Ver a mulher que a gente ama nua na cama com outro homem não é nada fácil. Ver as bocas deles se encostando num beijo quente e as mãos passeando pelos corpos, não é nada fácil. Ver o pau do cara crescendo na mão da nossa esposa não é nada fácil. Ver ela descendo e lambendo a cabeça do pau dele, para depois chupar ele não é nada fácil. Ver um pau enorme, duro, dentro da boca da nossa esposa não é nada fácil. E depois ver nossa esposa abrindo as pernas e recebendo um pau duro, sem camisinha, dentro da buceta, não é nada fácil. E ver a nossa esposa transando gostoso com outro, até os dois gozarem, não é nada fácil. E descer para lamber a porra de outro homem na buceta da nossa esposa não é nada fácil.
Eu disse várias vezes que não é nada fácil. E não é mesmo. Vocês que fantasiam isso tenham muita certeza do que querem e de que vocês vão aguentar. Não é nada fácil. Mas é muito, muito, muito bom. E muito, muito, muito excitante.
Muita gente me escreve perguntando como fazer para a mulher transar com outros homens. Outros me perguntam como fazer para a esposa dominar eles. O que tenho para dizer é que tem mulheres que nasceram para isso e outras não. Comecem fantasiando na cama, depois falem a sério fora da cama, vão dando dicas de que gostariam. Mas se ela não quiser, não adianta forçar. Tem que ser uma coisa dos dois lados e não apenas uma fantasia sua. E saiba que tem mulheres que não nasceram para dominar e nem para fazer maridos cornos.
Voltando a minha vida. Depois que ela transou a primeira vez com outro na minha frente a porteira se abriu, claro. Ela pegou gosto pela coisa e eu fui cada vez mais curtindo essa dualidade de ter tesão e ciúmes juntos. De ser dominado e maltratado pela esposa, mas de ter prazer com isso. E naturalmente ela começou a querer transar menos comigo. Mas ao mesmo tempo, criando uma ligação muito mais forte e intensa comigo, uma ligação muito mais profunda. Nossa relação foi começando a transcender a outras formas.
E ai ela começou com jogos psicológicos, me deixando sem gozar, começando a me dominar nesse sentido também. E cada vez mais estabelecendo uma relação de tensão entre nós, no sentido de nos mantermos ligados e unidos, e de tesão em sentidos diferentes. E eu comecei a me deixar ser subjugado. Ela não me permitia mais penetra-la. Ela me obrigava a dar prazer a ela, sem ter o meu. E com isso meu prazer foi ficando diferente e nosso casamento muito mais quente, com um muito ligado ao outro. Sei que é louco, mas é assim que acontece.
E foi ai que ela veio com o cinto. Confesso que num primeiro momento me assustei e me preocupei. Mas ai em seguida também achei que seria algo passageiro, que logo acabaria. É muito dificil deixar nossa esposa trancar nosso pau em uma gaiola. Psicologicamente nossa masculinidade fica abalada. Não podemos mais ter ereção e nem orgasmo. E fisicamente é bastante estranho também. Temos que fazer xixi sentados. A argola incomoda. O pau demora a se acostumar. O peso ao redor do saco muda. É bastante dificil a adaptação psicológica e física também. Nos primeiros dias a empolgaçao supera, mas logo em seguida entramos em uma fase bastante complicada e a cabeça começa a ir longe, a "pirar"mesmo. E ai que entra o papel da keyheld, dominadora, da esposa dona das chaves do cinto de castidade. É nesse momento que ela precisa demonstrar o poder dela sobre você. É nesse momento que a relação precisa estar sólida e temos que ter certeza de que entregamos o prazer de nossas esposas a outros homens e o nosso prazer à vontade dela e, principalmente, a outras formas de prazer.
Eu passei momentos bem complicados, de desespero mesmo. Mas ela sempre soube conduzir e deixar claro que nossa relação foi feita para ser assim.
Somos felizes, nos amamos. E nossa relação é baseada em cumplicidade. Nenhum dos dois está nela por obrigação mas sim porque queremos.
E assim é a vida de um marido que vive em castidade e vê a esposa transando com outros homens
Tem maridos que se masturbam, mas eu não me masturbo. Tem maridos que gozam, mas eu não gozo.
Quem quiser falar comigo: robaleixo@gmail.com
terça-feira, 9 de maio de 2017
ordenha prostatica
Como vocês já sabem, o meu marido vive em
castidade, sem gozar quase nunca. Ele é corno manso . É um marido que
gosta de ver a esposa transando com outros homens, coisa que eu adoro fazer e
me dá muito prazer. É um homem submisso, que gosta de ser dominado por
uma mulher dominadora. No meu caso, um marido submisso para uma esposa
dominadora.
Nós praticamos todos os jogos sexuais de um casamento liberal e com boas pitadas de sadomasoquismo, inversão de papéis, spanking, chuva dourada e várias outras coisas da dominação feminina sobre o homem. E claro que eu sou uma esposa que tansa muito com outros homens com meu marido assistindo.
Vamos falar hoje sobre
a ordenha da próstata, uma coisa que faço com meu marido, que é impedido
de gozar, porque sua cinto de castidade.
A prostata pode ser acessada através do reto. A melhor forma de sentir-la é enfiando o dedo médio no cu do seu parceiro e desliza-lo até sentir uma protuberância. Durante a ereção os fluidos jaculatórios são acumulados por ali. Quando se chega no limite de acumulo algumas válvulas ali se abrem e acontece a ejaculaçao, com o orgasmo.
Mas a prostata também pode ser esvaziada através de massagem prostática diretamente nela mesmo. Uma forma simples e segura de esvaziarmos a próstata de um homem em castidade e impedido de ter orgasmo é a introdução de dois dedos bem lubrificados no cu dele, com uma massagem ritmada e firme na área rugosa e nodular das glândulas. Essa massagem irá forçar a passagem do esperma pelas glândulas nos dutos ejaculatorios, esvaziando a próstata. Se o homem não estiver com ereção, de pau duro, (como o caso de quem usa o cinto), e sem estimulação peniana, esse esvaziamento acontecerá sem sensações de orgasmo prazeroso. Logo que a ejaculação aparecer na cabeça do pau faça uma compressão firme com o dedo desde a base do penis até a cabeça.Esprema o pau dele.
Uma alternativa a essa técnica de ordenha prostática sem dar orgasmo ao homem é utilizar gelo. Uns 15 minutos antes da ordenha prostática coloque bolsas de gelo ao redor do pau do homem e no saco dele. Envolva as bolsas num algodão fino para que o frio não queime ele. Faça o processo da ordenha como eu ensinei acima, mas mantendo o gelo até a ejaculaçao.
Eu recomendo sempre, para qualquer ordenha que o homem submisso esteja amarrado ou algemado, para que não possa de forma alguma se tocar.
Outra atitude que nós mulheres dominadoras devemos adotar com nossos homens submissos, nessa relação de supremacia feminina, Femdom, é a da masturbaçao interrompida, com orgasmo negado ou orgasmo frustrado.
São duas formas, basicamente. A primeira é soltar ele do cinto de castidade e provocar bastante seu homem, deixa-lo louco, muito excitado. E ai masturbar ele até ele quase gozar e ai parar tudo, deixar amolecer e recolocar o cinto. Isso é muito bom para manter seu homem sempre ligado a você, alerta, focado no prazer da mulher. É sempre bom negar o orgasmo para o homem.
E a outra forma é fazer a mesma coisa, masturbar ele, bater uma gostosa punheta e bem na hora da ejaculaçao, tirar a mão, parando os movimentos, deixando vir a ejaculaçao, na forma de orgasmo frustrado.
A inversão de papéis é muito boa também. Faça seu homem passivo e seja você uma mulher ativa e dominadora. Ele vira sua fêmea e você o macho dele.
Enfim, hoje dei algumas dicas que minhas leitoras mulheres sempre pedem.
Eu sou radicalmente contra a masturbaçao masculina. Os maridos não podem se masturbar escondidos das esposas. Isso tira o foco, desvia a atenção e o interesse. Não é bom para o casamento. Já escrevi algumas vezes sobre isso aqui.
Meu marido se masturba é uma pergunta que várias mulheres acabam se fazendo. E a resposta triste é que sim, seu marido se masturba. Mas o meu marido não se masturba, porque eu o dominei, mostrei para ele a melhor forma do casamento, e ele hoje vive em castidade, sem ter orgasmos, mas muito focado no meu prazer e na manutenção ideal do nosso casamento.
Se você leitora já se pegou perguntando meu marido se masturba, ou meu namorado se masturba, e pensando nas consequencias disso, leia hei texto sobre a masturbaçao masculina e como evitar que nossos maridos e namorados se masturbem pensando em outras, porque podem ter certeza que quando eles batem punheta eles pensam em outras mulheres e não em nós esposas ou namoradas.
Já escrevi algumas vezes sobre a indesejável masturbaçao masculina. Meu marido se masturba, ou meu namorado se masturba é um drama que aflige muitas mulheres, mas não a mim.
Meu marido se masturba:
Domine seu marido e seja feliz:
Eu acredito muito nessa frase: "domine seu marido e seja feliz". Use o poder da sua buceta, use o poder do sexo.
Espero ter ajudado. Quem quiser me escrever pode me contatar no paulasicam@gmail.com
Ah, e lembrem-se que vou me encontrar com um leitor e uma
leitora do blog, separados. Se você estiver interessado ou interessada, me
escreva e me diga porque eu devo escolher você. Chame minha atenção de
alguma forma e lembre-se de me dizer do que você gosta e quais seus limites
Hoje falamos de ordenha prostatica, massagem na próstata, e orgasmos arruinados, orgasmo frustrado.
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tease and denial
sábado, 29 de abril de 2017
menage a trois com um casal e mais o namorado e o marido corno
No capitulo anterior eu mandei meu namorado e meu marido embora da balada que estávamos em Campos do Jordão, para eu poder paquerar um pouco. Minha idéia era arrumar um outro cara para transar junto comigo e meu namorado, enquanto meu marido assiste.
Fiquei sozinha na pista e dancei de forma super sensual e chamativa. Eu vestia apenas um macacão super justo e decotado. E mais nada. Nada mesmo. Nem calcinha, nem sutiã.
A balada em Campos é cheia de novinhos. E eu adoro trepar com novinhos.
Logo chegou um menino em mim. Em poucos minutos eu já dei um puta beijo nele. Mas o beijo dele foi meio sem graça, tímido. Então eu larguei mão dele e fui dançar mais um pouco para o outro lado.
Logo vi mais um gatinho e fui dançar perto dele. Um tempo depois, mais um beijão. Esse já me beijou gostoso, me pegou, com atitude. Mas não fiquei com vontade de dar para ele.
Resolvi ir até o bar pegar mais uma vodka para mim e no caminho vi um casal ali perto. Ela era linda, cabelos lisos, loiros. E tinha um corpo maravilhoso. E ele era fortinho, com jeito marrento. Gostei dos dois e já fiquei pensando mil bobagens. Passei por eles, olhando fixo para ela, que retribuiu meu olhar. Sorri maliciosa e desviei o olhar. Peguei minha bebida e na volta olhei de novo muito fixamente para ela, com um sorriso mais sacana ainda. E em seguida olhei para ele, quase que convidando os dois para me comerem.
Fui para a pista, esperando que eles viesse até mim. Mas eles não vieram. Então resolvi ir até eles. Cheguei, com cara de carente dizendo "estou aqui sozinha nessa balada..." e já engatei um sorrisão, me apresentando e dizendo logo, para chocar: "meu marido e meu namorado voltaram para o hotel e eu fiquei". Os dois fizeram a maior cara de interrogação, mas eu gargalhei e disse que eu explicava depois. Perguntei o nome deles: Karen e Marcio, disseram. Eu balancei meus cabelos sensualmente, passei a língua nos lábios e disse que eles eram um casal muito lindo. Resolvi que era melhor começar com uma conversa genérica antes de dar o bote. Descobri que ambos faziam faculdade de publicidade e ele tinha 22 anos e ela 19, moravam em São Paulo e estavam aproveitando o feriado. Ai foi minha vez de dizer que eu era casada, mas que tinha um relacionamento aberto, diferente e muito liberal. Um casamento liberal. Os dois logo se interessaram e eu comecei a contar um pouquinho. Minha idéia era deixar os dois excitados e com vontade.
Sentamos em uma mesinha e eu propositalmente encostei minhas pernas nas dela e deixei assim. E continuei o papo provocante. Os olhos dos dois brilhavam. Ai eu disse que precisava ir no banheiro e chamei a Karen para ir comigo. Logo que entramos no banheiro eu olhei bem nos olhos dela, dizendo que ela era linda. E aproximei meus lábios dos dela, entreabertos. Dei um rápido beijo nela e ela brincou dizendo: "sua doidinha". E eu disse: "você ainda não viu nada".
Voltamos para a mesa e eu continuei provocando os dois. Chamei eles para dançar, num cantinho escuro e comecei a dançar sensualmente com a Karen para o Daniel ver. Eu me esfregava nela, enroscava minhas pernas nas dela, até que de repente cheguei bem perto dela e dei um beijão. Percebi que ela se assustou um pouco, mas ela retribuiu. Nossas bocas se abriram, nossas línguas se enroscaram. E eu abracei ela forte, pegando o corpo dela contra o meu. Logo em seguida virei para ele e perguntei: "gostou de ver sua namorada me beijando?". E antes que ele pudesse responder, abracei aquele corpo sarado e forte e dei um puta beijo nele. Sentir a barba roçando, uma pegada masculina logo depois de um beijo em uma mulher é muito excitante. Fiquei molhada na hora.
Depois olhei para os dois e disse que queria mais, convidando eles para irem para meu hotel, onde estavam meu marido e meu namorado. Ela aparentemente ficou animada, mas ele não gostou muito, disse que tinha homem demais. Ai eu falei que meu marido não contava e falei baixinho pra ele: "você vai comer a buceta mais molhada, gostosa e quente que você já viu. Vou te fazer gozar como nunca gozou, vem que vc vai amar" e dei um beijo gostoso nele, esfregando meu corpo no dele. Vi que eles estavam em dúvida e com medo, mas eu queria muito os dois. Falei para eles conversarem entre eles, que eu ia dar uma volta e já voltava.
Quando voltei eles disseram que iam. Eu sabia que tinha excitado eles. Fomos no carro deles e quando chegamos no quarto o Rob estava lendo e o Luca assistindo TV. Me senti bem poderosa chegando no quarto junto com um casal para transar e encontrando meu marido e meu namorado me esperando juntos. Apresentei todo mundo, peguei as algemas e mandei o Rob tirar sua roupa toda e sentar na cadeira com as mãos para trás. Quem já leu os capitulos anteriores sabe que sou uma mulher dominadora, uma esposa dominadora. Ele é um homem submisso sexualmente, um marido submisso. Acreditamos na supremacia feminina. Na dominação do homem pela mulher. A dominação masculina deve ser praticada por todas as mulheres fortes. Se bem que eu as vezes também gosto de dominação feminina, quando pego uma menina que gosta também.
Meu marido obedientemente tirou a roupa toda, ficou nu, com seu pau preso no cinto de castidade, em seu hollytrainer de uso diário. Faz vários meses que ele não goza. Não tenho dado orgasmos para ele. Nem mesmo orgasmos frustrados, arruinados. Nem mesmo uma ordenha prostática.
A Karen e o Marcio estranharam um pouco, mas expliquei que meu marido vive em castidade controlada, e que eu domino a relação. Expliquei que temos um casamento aberto e liberal e que eu posso praticar todas as formas de sexo, swing, menage, inversão de papéis e tudo que puderem imaginar. Expliquei que o Job é corno, manso, um verdadeiro cuckold. É um marido que gosta de ver a mulher transando com outros e outras. É muito mais que um voyeur.
Sentei o Rob em uma cadeira e mandei ele colocar as mãos para trás. Algemei ele. Eu estava bem bebadinha e me sentindo super poderosa e dominadora, como eu gosto. Olhei para o Luca e o Marcio e disse: "vocês dois sentem ai vestidos e nos assistam. Se comportem que depois deixo vocês participarem.
E imediatamente abracei a Karen, passando a mão pelo corpo dela e dando um puta beijo na boca. Fui logo sentindo aquele corpinho gostoso inteiro e tirando a roupa dela. Tirei o casaco dela, depois a blusa. Abri o sutiã e apareceram os seios dela, lindos naturais, de médios para grandes, bem durinhos. Bicos bem claros, rosinha. Acariciei os peitos dela, beijando o pescoço dela. Senti os bicos endurecendo e fui descendo para lamber e mordiscar os mamilos. Enquanto isso, abri a calça dela. Ela me ajudou a abaixar a calça e eu enfiei a mão por baixo da calcinha que ela usava. Encontrei uma buceta encharcada, muito molhada. A xoxota dela era toda depilada, lisinha, como eu gosto. Acariciei os lábios dela, senti o grelo ja duro e intumescido e enfiei um dedo bem fundo, procurando a parte rugosa do ponto G dela. Ela gemeu profundo e eu beijei a boca dela.
Tirei minha roupa, ela tirou a calcinha e fomos para a cama. O Marcio e o Luca estavam assistindo tudo e pegando em seus paus por cima da calça. Eu falei para eles pararem e se segurarem. O Rob só olhava, preso no cinto de castidade e algemado.
Deitei por cima dela, nossos corpos nus encostados, comecei beijando a boca dela, desci pelo pescoço, pelos jeitinhos gostosos, pela lateral da barriga. Passei pela xoxota, bem de leve. Mas não toquei. Fui la para baixo para os pés dela, beijei e lambi cada dedo, a sola, subi pelo meio das pernas e cheguei perto da bucetinha linda dela. Toda bonitinha, fechadinha. Lambi de leve e ela gemeu, arqueando o corpo. Abri com meus dedos e passei linha língua pelos lábios da xoxota dela. Senti o gosto, ela ensopada. E comecei a lamber o grelo durinho dela. Ao mesmo tempo acariciava o cu e os lábios com os dedos. Queria fazer ela gozar na minha boca antes de qualquer coisa. E chupei para isso. Me concentrei com movimentos ritmados no grelo, até que ela gemeu forte e disse que ia gozar, esfregando a buceta na minha cara.
Eu estava morrendo de tesão, mas queria gozar primeiro com o namorado dela e não com ela. Enquanto ela se recuperava um pouco do gozo eu fui para cima do Marcio, namorado dela. Nos beijamos gostoso, tirei a blusa dele, senti o corpo sarado e os braços fortes. Me ajoelhei. Abri o cinto e abaixei a calça e logo vi um volume enorme embaixo da cueca. Abaixei a cueca e o pau dele pulou duríssimo na minha cara. Era enorme. Grosso e grande. Abocanhei de vez e comecei um boquete enquanto acariciava o saco e punhetava ao mesmo tempo. Ele começou a se mexer, fodendo minha boca e quase gritando. Logo vi que ele ia gozar rápido. E não deu outra. Logo em seguida ele esporrou na minha boca. Eu engoli todo o leitinho dele mas continuei chupando. Sei que os novinhos não amolecem. E foi isso mesmo. Ele manteve a ereção firme. Aquele pauzão bem duro. Eu continuei mamando aquela pica e o Luca foi pra cima da Karen. Quando olhei para o lado os dois estavam na maior pegação. O Rob suava de tesão, sem poder fazer nada. Olhei para ele e disse: "amor, olha para sua esposa chupando esse pau enorme. Você queria que fosse o seu pau, né? Mas você sabe que eu não te chupo, amor. Eu gosto de chupar outros. E o Marcio acabou de gozar na minha boca e eu engoli tudinho. Vou te dar um beijo para você sentir o gosto do pau dele". E fui dar um beijo bem gostoso na boca do meu marido. Terminei o beijo e disse: "eu te amo, amor. Você é um marido perfeito para mim, meu cuckold corno manso. Meu homem passivo, que gosta de inversão de papéis, dominação, meu homem que gosta de ser minha mulher, minha fêmea" e voltei a chupar o Marcio.
Eu estava louca para sentir o pau gostoso do Marcio na minha buceta e logo sentei nele. E fiz questão de fazer virada de costas para meu marido, para ele olhar o pau entrando e saindo de minha buceta ensopada. Fiquei cavalgando um tempão, me esfregando no Marcio. Depois ele veio me comer por cima, bem gostoso, com força. Eu levantava meus quadris, sentia a penetração bem profunda, até que gozei a primeira vez. Gozei forte e gostoso. Ai me virei, fiquei de quatro e disse para meu marido: "amor, o Marcio me fez gozar bem gostoso. Amei o jeito que ele estava me fodendo e tive muito prazer. Agora vou ficar de quatro pra ele me foder com força e gozarmos de novo". E dito e feito. Ele enfiou o pau em mim, metia com força bem gostoso, me puxando pelos quadris, batendo na minha bunda. Logo eu disse que ia gozar de novo e ele disse que ia também. Gozamos quase juntos.
Do nosso lado, a Karen e o Luca estava trepando alucinadamente. Ele metia aquele pau que eu tanto conheço naquela bucetinha linda que eu havia acabado de chupar. Ficamos ali assistindo e ele logo gozaram também.
Ficamos os 4 deitados na cama relaxando, enquanto meu marido continuava algemado na cadeira. Eu olhei para ele e disse: "você queria estar aqui com a gente né, amor? Imagina só sentir esse corpinho novinho e gostoso da Karen, imagina só entrar nela. Mas você sabe que não pode, né?"
Fiz um chocolate quente para tomarmos todos e vi que tanto o Luca como o Marcio já estavam prontos para mais. Ficamos os 4 na cama alternando toques e chupadas. Eu deitei o Marcio na cama, meio para fora e vim por cima. Encaixei o pau dele todinho na minha buceta. Ai falei para o Luca: "vem fazer o que você mais gosta. Vem comer meu cu. Enfia gostoso nele enquanto o Marcio come minha buceta". E o Luca veio por trás, encostando a cabeça do pau no meu cu e metendo devagar mas com força e firmeza". Enquanto isso deitei a Karen na minha frente e fiquei chupando a buceta dela.
Eu adoro DP. Toda mulher tem que fazer Dupla Penetração. Toda mulher tem que sentir dois paus ao mesmo tempo dentro dela. Gozei como uma louca com os dois me podendo. Eles se seguraram e ai o Marcio foi comer a namorada dele e o Luca ficou me comendo, até gozarmos todos bem gostoso.
Descansamos, soltei o Rob. Trocamos telefones. Eles foram embora e eu dormi com meu namorado enquanto meu marido dormia na cama de armar.
E assim foi mais sexo no feriado: menage a trois com um casal e mais o namorado e o marido corno
Fiquei sozinha na pista e dancei de forma super sensual e chamativa. Eu vestia apenas um macacão super justo e decotado. E mais nada. Nada mesmo. Nem calcinha, nem sutiã.
A balada em Campos é cheia de novinhos. E eu adoro trepar com novinhos.
Logo chegou um menino em mim. Em poucos minutos eu já dei um puta beijo nele. Mas o beijo dele foi meio sem graça, tímido. Então eu larguei mão dele e fui dançar mais um pouco para o outro lado.
Logo vi mais um gatinho e fui dançar perto dele. Um tempo depois, mais um beijão. Esse já me beijou gostoso, me pegou, com atitude. Mas não fiquei com vontade de dar para ele.
Resolvi ir até o bar pegar mais uma vodka para mim e no caminho vi um casal ali perto. Ela era linda, cabelos lisos, loiros. E tinha um corpo maravilhoso. E ele era fortinho, com jeito marrento. Gostei dos dois e já fiquei pensando mil bobagens. Passei por eles, olhando fixo para ela, que retribuiu meu olhar. Sorri maliciosa e desviei o olhar. Peguei minha bebida e na volta olhei de novo muito fixamente para ela, com um sorriso mais sacana ainda. E em seguida olhei para ele, quase que convidando os dois para me comerem.
Fui para a pista, esperando que eles viesse até mim. Mas eles não vieram. Então resolvi ir até eles. Cheguei, com cara de carente dizendo "estou aqui sozinha nessa balada..." e já engatei um sorrisão, me apresentando e dizendo logo, para chocar: "meu marido e meu namorado voltaram para o hotel e eu fiquei". Os dois fizeram a maior cara de interrogação, mas eu gargalhei e disse que eu explicava depois. Perguntei o nome deles: Karen e Marcio, disseram. Eu balancei meus cabelos sensualmente, passei a língua nos lábios e disse que eles eram um casal muito lindo. Resolvi que era melhor começar com uma conversa genérica antes de dar o bote. Descobri que ambos faziam faculdade de publicidade e ele tinha 22 anos e ela 19, moravam em São Paulo e estavam aproveitando o feriado. Ai foi minha vez de dizer que eu era casada, mas que tinha um relacionamento aberto, diferente e muito liberal. Um casamento liberal. Os dois logo se interessaram e eu comecei a contar um pouquinho. Minha idéia era deixar os dois excitados e com vontade.
Sentamos em uma mesinha e eu propositalmente encostei minhas pernas nas dela e deixei assim. E continuei o papo provocante. Os olhos dos dois brilhavam. Ai eu disse que precisava ir no banheiro e chamei a Karen para ir comigo. Logo que entramos no banheiro eu olhei bem nos olhos dela, dizendo que ela era linda. E aproximei meus lábios dos dela, entreabertos. Dei um rápido beijo nela e ela brincou dizendo: "sua doidinha". E eu disse: "você ainda não viu nada".
Voltamos para a mesa e eu continuei provocando os dois. Chamei eles para dançar, num cantinho escuro e comecei a dançar sensualmente com a Karen para o Daniel ver. Eu me esfregava nela, enroscava minhas pernas nas dela, até que de repente cheguei bem perto dela e dei um beijão. Percebi que ela se assustou um pouco, mas ela retribuiu. Nossas bocas se abriram, nossas línguas se enroscaram. E eu abracei ela forte, pegando o corpo dela contra o meu. Logo em seguida virei para ele e perguntei: "gostou de ver sua namorada me beijando?". E antes que ele pudesse responder, abracei aquele corpo sarado e forte e dei um puta beijo nele. Sentir a barba roçando, uma pegada masculina logo depois de um beijo em uma mulher é muito excitante. Fiquei molhada na hora.
Depois olhei para os dois e disse que queria mais, convidando eles para irem para meu hotel, onde estavam meu marido e meu namorado. Ela aparentemente ficou animada, mas ele não gostou muito, disse que tinha homem demais. Ai eu falei que meu marido não contava e falei baixinho pra ele: "você vai comer a buceta mais molhada, gostosa e quente que você já viu. Vou te fazer gozar como nunca gozou, vem que vc vai amar" e dei um beijo gostoso nele, esfregando meu corpo no dele. Vi que eles estavam em dúvida e com medo, mas eu queria muito os dois. Falei para eles conversarem entre eles, que eu ia dar uma volta e já voltava.
Quando voltei eles disseram que iam. Eu sabia que tinha excitado eles. Fomos no carro deles e quando chegamos no quarto o Rob estava lendo e o Luca assistindo TV. Me senti bem poderosa chegando no quarto junto com um casal para transar e encontrando meu marido e meu namorado me esperando juntos. Apresentei todo mundo, peguei as algemas e mandei o Rob tirar sua roupa toda e sentar na cadeira com as mãos para trás. Quem já leu os capitulos anteriores sabe que sou uma mulher dominadora, uma esposa dominadora. Ele é um homem submisso sexualmente, um marido submisso. Acreditamos na supremacia feminina. Na dominação do homem pela mulher. A dominação masculina deve ser praticada por todas as mulheres fortes. Se bem que eu as vezes também gosto de dominação feminina, quando pego uma menina que gosta também.
Meu marido obedientemente tirou a roupa toda, ficou nu, com seu pau preso no cinto de castidade, em seu hollytrainer de uso diário. Faz vários meses que ele não goza. Não tenho dado orgasmos para ele. Nem mesmo orgasmos frustrados, arruinados. Nem mesmo uma ordenha prostática.
A Karen e o Marcio estranharam um pouco, mas expliquei que meu marido vive em castidade controlada, e que eu domino a relação. Expliquei que temos um casamento aberto e liberal e que eu posso praticar todas as formas de sexo, swing, menage, inversão de papéis e tudo que puderem imaginar. Expliquei que o Job é corno, manso, um verdadeiro cuckold. É um marido que gosta de ver a mulher transando com outros e outras. É muito mais que um voyeur.
Sentei o Rob em uma cadeira e mandei ele colocar as mãos para trás. Algemei ele. Eu estava bem bebadinha e me sentindo super poderosa e dominadora, como eu gosto. Olhei para o Luca e o Marcio e disse: "vocês dois sentem ai vestidos e nos assistam. Se comportem que depois deixo vocês participarem.
E imediatamente abracei a Karen, passando a mão pelo corpo dela e dando um puta beijo na boca. Fui logo sentindo aquele corpinho gostoso inteiro e tirando a roupa dela. Tirei o casaco dela, depois a blusa. Abri o sutiã e apareceram os seios dela, lindos naturais, de médios para grandes, bem durinhos. Bicos bem claros, rosinha. Acariciei os peitos dela, beijando o pescoço dela. Senti os bicos endurecendo e fui descendo para lamber e mordiscar os mamilos. Enquanto isso, abri a calça dela. Ela me ajudou a abaixar a calça e eu enfiei a mão por baixo da calcinha que ela usava. Encontrei uma buceta encharcada, muito molhada. A xoxota dela era toda depilada, lisinha, como eu gosto. Acariciei os lábios dela, senti o grelo ja duro e intumescido e enfiei um dedo bem fundo, procurando a parte rugosa do ponto G dela. Ela gemeu profundo e eu beijei a boca dela.
Tirei minha roupa, ela tirou a calcinha e fomos para a cama. O Marcio e o Luca estavam assistindo tudo e pegando em seus paus por cima da calça. Eu falei para eles pararem e se segurarem. O Rob só olhava, preso no cinto de castidade e algemado.
Deitei por cima dela, nossos corpos nus encostados, comecei beijando a boca dela, desci pelo pescoço, pelos jeitinhos gostosos, pela lateral da barriga. Passei pela xoxota, bem de leve. Mas não toquei. Fui la para baixo para os pés dela, beijei e lambi cada dedo, a sola, subi pelo meio das pernas e cheguei perto da bucetinha linda dela. Toda bonitinha, fechadinha. Lambi de leve e ela gemeu, arqueando o corpo. Abri com meus dedos e passei linha língua pelos lábios da xoxota dela. Senti o gosto, ela ensopada. E comecei a lamber o grelo durinho dela. Ao mesmo tempo acariciava o cu e os lábios com os dedos. Queria fazer ela gozar na minha boca antes de qualquer coisa. E chupei para isso. Me concentrei com movimentos ritmados no grelo, até que ela gemeu forte e disse que ia gozar, esfregando a buceta na minha cara.
Eu estava morrendo de tesão, mas queria gozar primeiro com o namorado dela e não com ela. Enquanto ela se recuperava um pouco do gozo eu fui para cima do Marcio, namorado dela. Nos beijamos gostoso, tirei a blusa dele, senti o corpo sarado e os braços fortes. Me ajoelhei. Abri o cinto e abaixei a calça e logo vi um volume enorme embaixo da cueca. Abaixei a cueca e o pau dele pulou duríssimo na minha cara. Era enorme. Grosso e grande. Abocanhei de vez e comecei um boquete enquanto acariciava o saco e punhetava ao mesmo tempo. Ele começou a se mexer, fodendo minha boca e quase gritando. Logo vi que ele ia gozar rápido. E não deu outra. Logo em seguida ele esporrou na minha boca. Eu engoli todo o leitinho dele mas continuei chupando. Sei que os novinhos não amolecem. E foi isso mesmo. Ele manteve a ereção firme. Aquele pauzão bem duro. Eu continuei mamando aquela pica e o Luca foi pra cima da Karen. Quando olhei para o lado os dois estavam na maior pegação. O Rob suava de tesão, sem poder fazer nada. Olhei para ele e disse: "amor, olha para sua esposa chupando esse pau enorme. Você queria que fosse o seu pau, né? Mas você sabe que eu não te chupo, amor. Eu gosto de chupar outros. E o Marcio acabou de gozar na minha boca e eu engoli tudinho. Vou te dar um beijo para você sentir o gosto do pau dele". E fui dar um beijo bem gostoso na boca do meu marido. Terminei o beijo e disse: "eu te amo, amor. Você é um marido perfeito para mim, meu cuckold corno manso. Meu homem passivo, que gosta de inversão de papéis, dominação, meu homem que gosta de ser minha mulher, minha fêmea" e voltei a chupar o Marcio.
Eu estava louca para sentir o pau gostoso do Marcio na minha buceta e logo sentei nele. E fiz questão de fazer virada de costas para meu marido, para ele olhar o pau entrando e saindo de minha buceta ensopada. Fiquei cavalgando um tempão, me esfregando no Marcio. Depois ele veio me comer por cima, bem gostoso, com força. Eu levantava meus quadris, sentia a penetração bem profunda, até que gozei a primeira vez. Gozei forte e gostoso. Ai me virei, fiquei de quatro e disse para meu marido: "amor, o Marcio me fez gozar bem gostoso. Amei o jeito que ele estava me fodendo e tive muito prazer. Agora vou ficar de quatro pra ele me foder com força e gozarmos de novo". E dito e feito. Ele enfiou o pau em mim, metia com força bem gostoso, me puxando pelos quadris, batendo na minha bunda. Logo eu disse que ia gozar de novo e ele disse que ia também. Gozamos quase juntos.
Do nosso lado, a Karen e o Luca estava trepando alucinadamente. Ele metia aquele pau que eu tanto conheço naquela bucetinha linda que eu havia acabado de chupar. Ficamos ali assistindo e ele logo gozaram também.
Ficamos os 4 deitados na cama relaxando, enquanto meu marido continuava algemado na cadeira. Eu olhei para ele e disse: "você queria estar aqui com a gente né, amor? Imagina só sentir esse corpinho novinho e gostoso da Karen, imagina só entrar nela. Mas você sabe que não pode, né?"
Fiz um chocolate quente para tomarmos todos e vi que tanto o Luca como o Marcio já estavam prontos para mais. Ficamos os 4 na cama alternando toques e chupadas. Eu deitei o Marcio na cama, meio para fora e vim por cima. Encaixei o pau dele todinho na minha buceta. Ai falei para o Luca: "vem fazer o que você mais gosta. Vem comer meu cu. Enfia gostoso nele enquanto o Marcio come minha buceta". E o Luca veio por trás, encostando a cabeça do pau no meu cu e metendo devagar mas com força e firmeza". Enquanto isso deitei a Karen na minha frente e fiquei chupando a buceta dela.
Eu adoro DP. Toda mulher tem que fazer Dupla Penetração. Toda mulher tem que sentir dois paus ao mesmo tempo dentro dela. Gozei como uma louca com os dois me podendo. Eles se seguraram e ai o Marcio foi comer a namorada dele e o Luca ficou me comendo, até gozarmos todos bem gostoso.
Descansamos, soltei o Rob. Trocamos telefones. Eles foram embora e eu dormi com meu namorado enquanto meu marido dormia na cama de armar.
E assim foi mais sexo no feriado: menage a trois com um casal e mais o namorado e o marido corno
sábado, 17 de dezembro de 2016
no dia seguinte da minha transa, uma sessão de tease and denial
Como contei no capitulo de ontem, eu passei minha noite transando com dois meninos, novinhos, cheios de potência, que me comeram muito e de todos os jeitos.
No dia seguinte, acordei com meu marido, tomamos café da manhã e um banho, vesti apenas uma calcinha pequena de algodão e mais nada, e fiquei lembrando de tudo que tinha feito e contando, de forma bem provocante, para meu marido. Contei os mínimos detalhes. E ele estava com o pau dele preso no cinto de castidade. Ele se contorcia todo, se esfregava, porque estava estimulado com o que eu havia feito e de me ver gostosa, linda e quase nua na frente dele. Quando terminei de contar ele estava até suando. Cheguei perto dele, dei um beijo bem gostoso na boca dele, ele me pegou pela cintura, apertou minha bunda e foi descendo para lamber meus mamilos, que logo ficaram durinhos na boca dele. Eu sabia que ele estava muito excitado, mas a gaiola no pau dele, impedia a ereção. Me separei um pouco dele e sensualmente tirei minha calcinha, mostrando pra ele minha buceta totalmente depilada dizendo: "amor, você não pode meter nela, você não pode sentir ela molhada no seu pau, mas os outros podem. E todos adoram me comer". Em seguida dei um beijo ainda mais gostoso na boca dele e peguei no pau dele preso no cinto, dizendo: "os outros podem, mas você não pode, amor. Seu destino é ficar com o pau preso na gaiola, sem gozar nunca". Ele ficou louco de tesão, dava pra perceber no olhar dele. Abri bem minhas pernas e disse: "comer você não pode, amor. Mas chupar você pode. Vem aqui chupar a buceta da sua esposa que deu muito ontem, a noite toda, para dois menininhos novinhos, gozou um monte de vezes e fez eles gozarem sem parar". E puxei a cabeça do meu marido para o meio das minhas pernas, esfregando minha buceta ja ensopada na cara dele. Ele me chupou bem gostoso e eu ficava falando o tempo todo que a buceta ainda deva estar com gosto de pau de outro, que eu tinha dado muito na véspera. Antes de eu gozar, mandei o Rob deitar e sentei na cara dele. Adoro fazer isso. Abri bem minhas pernas e sentei bem no rosto dele, me esfregando para ele chupar. Logo gozei gostoso na boca dele. Percebi que o tesão dele estava nas alturas, com o pau preso na gaiola. Peguei a chave do cinto de castidade dele e perguntei: "quer que eu te solte, amor? Se quer mesmo, implora pra eu te soltar". E ele pediu e implorou. Eu brinquei com a chave na minha mão, dei uma risada safada e soltei o pau dele do cinto, já acariciando o saco, pegando p pau dele na minha mão. O pau ja foi ficando duro e eu sei que essa primeira ereção quando tiro o cinto é sempre dolorida e complicada. Logo que o pau dele ficou duro eu bati uma leve punhetinha, acariciei o saco dele, desci até o períneo, voltei para a cabecinha e comecei um tease and denial bem feito. Provocada ele, mas negava o orgasmo. Punhetava ate bem perto do gozo, mas ataca antes. Apertava a cabeça, dava toques bem leves. Masturbava mais um pouco. Vi a cabeça começando a brilhar, vi que ele começava a gemer, se mexer e contorcer, que a respiração dele se agitava e ai parei. Parei totalmente. Não ia dar para ele nem um orgasmo arruinado, Não era dia nem de orgasmo frustrado. Foi apenas uma sessão de tease and denial mesmo, de puramente provocar e negar. Parei tudo e disse: "chega, amor. Já está ótimo por hoje. Hoje não é dia de gozar, nem nada parecido. Aliás, faltam muitos meses para chegar o dia de gozar. Vai la tomar banho de porta aberta, que estou olhando. Amolece esse pau, que depois do banho vamos trancar ele na gaiola, de volta ao cinto de castidade. O Rob reclamou um pouco, pediu, disse que precisava gozar, mas eu simplesmente olhei para ele e disse: "já para o banho!". E assim, no dia seguinte da minha transa, uma sessão de tease and denial.
Quem quiser conversar comigo: paulasicam@gmail.com e com o Rob @robaleixo@gmail.com
Quem quiser conversar comigo: paulasicam@gmail.com e com o Rob @robaleixo@gmail.com
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